Com os preços em queda, o momento é ideal para negociar imóveis em Curitiba

Os preços dos imóveis em Curitiba estão caindo este ano. Portanto, para quem está em busca da casa própria ou de um imóvel para investir, o momento é favorável. De acordo com o índice FipeZap, que foi divulgado nesta quarta-feira (3), nos primeiros três meses de 2019, os preços dos imóveis residenciais localizados em Curitiba tiveram queda de 1,39%, ao contrário do que se verificou na média nacional, onde houve um reajuste de 0,24% no mesmo período. Só no mês de março, o preço do metro quadrado dos imóveis colocados à venda na capital paranaense teve redução de 1,59%, sendo negociado a uma média de R$ 6.011, ante uma média nacional de pouco mais de R$ 7 mil . Das 50 cidades brasileiras pesquisadas, Curitiba ocupa hoje a 12ª posição em termos de preço de casas e apartamentos novos e usados.
Outro detalhe importante para quem está pensando em investir em imóveis é que os preços não estão acompanhando a variação da inflação. Segundo o índice FipeZap, enquanto a inflação medida pelo IGP-M subiu mais de 8% nos últimos 12 meses, o metro quadrado em Curitiba foi reajustado em apenas 1,25%.
A pesquisa FipeZap que analisou mais de 22 mil anúncios de venda de imóveis em Curitiba, no mês de março, traz números interessantes sobre o preço dos imóveis localizados em bairros da capital. O Batel, por exemplo, continua tendo o preço do metro quadrado mais valorizado, atingindo uma média de R$ 8735. Na sequência estão os apartamentos localizados nos bairros Mercês, Campina do Siqueira, Alto da Glória e Juvevê com médias que variam de R$ 7 mil a R$ 7.300 o metro quadrado.
Mas, em alguns bairros de Curitiba, o preço do metro quadrado dos imóveis colocados à venda está bem abaixo da média. O menor preço pode ser encontrado em apartamentos localizados no bairro Campo de Santana, onde o metro quadrado custa por volta de R$ 2.600. Já nos bairros Tatuquara, Cachoeira, Augusta e Sítio Cercado, o metro quadrado dos imóveis residenciais varia entre R$ 2.800 e R$ 3.200.
Vale lembrar que desde 1980 acontecem os ciclos imobiliários no cenário brasileiro. Estes ciclos são compostos por quatro fases: recuperação, expansão, excesso de ofertas e recessão. Cada período tem duração média de 4 anos, e a dinâmica de oferta e demanda dos imóveis é o principal fator que movimenta o cenário. Entramos agora na fase de recuperação econômica, e, portanto, volto a repetir, o momento é favorável para comprar um imóvel e fazer um bom investimento.








