72% dos internautas brasileiros consideram vender os itens sem uso que estão parados em casa

72% dos internautas brasileiros consideram vender os itens sem uso que estão parados em casa

Para dimensionar o potencial do mercado de seminovos e usados no Brasil, a OLX encomendou um estudo do IBOPE Conecta pela segunda vez. O levantamento aponta que 72% dos internautas brasileiros consideram vender os objetos que não usam mais e que estão parados em casa. A pesquisa calculou, ainda, que o potencial financeiro dessas transações poderia alcançar R$ 277 bilhões.

Além disso, a pesquisa também revela que 85% dos internautas brasileiros têm algum produto parado em casa – esse número é seis pontos percentuais menor do que o resultado da mesma pesquisa realizada em 2016 (91%), o que indica que o hábito de desapegar está crescendo – os itens não ficam mais parados em casa, pois os brasileiros têm vendido esses produtos que ainda podem ser úteis para outras pessoas.

“Nos últimos dois anos, registramos um crescimento de 31% no número de pessoas que negociaram com sucesso por meio da OLX, o que corrobora com essa diminuição de pessoas acumulando coisas paradas em casa, indicada pela pesquisa do IBOPE”, comenta Marcos Leite, Vice-Presidente Executivo da OLX no Brasil. “A OLX mudou a forma de consumo dos brasileiros, que passou a ser mais inteligente e sustentável. Os consumidores já estão desapegando de seus itens e se capitalizando antes de comprar alguma outra coisa”, completa.

Segundo a pesquisa do IBOPE Conecta, os segmentos com o maior número de entrevistados que têm objetos sem uso e consideram vender são Moda e beleza (74%), Música e hobbies* (74%), Eletrônicos e celulares (84%), Para a sua casa (81%) e Artigos infantis (77%). Muitos entrevistados possuem itens em mais de uma categoria, inclusive.

Potencial financeiro da venda dos itens sem uso

Para mostrar o potencial financeiro que está acumulado e parado nas casas dos internautas brasileiros, o IBOPE calculou o valor médio de itens anunciados na OLX e chegou a um potencial financeiro da venda de todos esses produtos nas diferentes categorias – mais de R$ 277 bilhões.

O VGV (Valor Geral de Vendas) da categoria Eletrônicos e celulares, por exemplo, alcançaria R$ 68 bilhões. Ou seja, se todos os entrevistados que possuem eletrônicos e celulares sem uso decidissem vendê-los, movimentariam essa quantia na economia do país. Já em Moda e beleza, o VGV seria de R$ 54.3 bilhões.

Amostra

A pesquisa foi realizada entre os dias 21/08/2018 e 03/09/2018, pelo IBOPE Conecta, e ouviu 2029 internautas, homens e mulheres, de 16 anos ou mais, das classes socioeconômicas ABCDE, com abrangência nacional.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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