Bitributação nas vendas com prestadores de serviços, franquias e marketplaces pode ser reduzida. Saiba como

Bitributação nas vendas com prestadores de serviços, franquias e marketplaces pode ser reduzida. Saiba como

A bitributação é um dos fatores mais impactantes na lucratividade de empresas que trabalham com terceirização de vendas, sejam elas marketplaces, franquias ou lojas físicas com prestadores de serviços. Estimativas da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) apontam que o Brasil deve se tornar o país com a maior alíquota de imposto sobre o lucro das empresas no mundo.

No caso dos comerciantes que atuam com terceirização, a bitributação ocorre porque o imposto normalmente é cobrado em dois momentos: quando a nota fiscal é emitida e quando o repasse é efetuado ao franquiado, prestador de serviço ou lojista alocado no marketplace. “Por exemplo, se o consumidor compra um produto no marketplace que custa R$ 1.000,00 e outro de R$ 200,00 no mesmo site, porém de um seller, e o marketplace emitir a nota fiscal de R$ 1.200,00, o imposto será cobrado sobre o valor total. Porém, quando o valor de R$ 200,00 for repassado ao seller, haverá incidência de imposto também sobre este valor. O mesmo acontece no mundo físico com estabelecimentos que atuam com prestadores de serviço”, explica o diretor comercial da Braspag, José Carlos Vianna.

Como reduzir

Para reduzir essa porcentagem de imposto, é necessário que o master, seja ele marketplace, proprietário da loja física ou franquia, tenha uma solução que distribua os pagamentos automaticamente, de forma que as notas fiscais sejam emitidas com os valores correspondentes de cada envolvido na cadeia. “No exemplo citado, o master emitiria apenas a nota fiscal de R$ 1.000,00 e o seller, a nota fiscal de R$ 200,00”, acrescenta Zeca.

Embora não seja possível eliminar a bitributação completamente, devido às leis brasileiras, esse efeito é consideravelmente reduzido.

“Neste tipo de negociação o master cobra um percentual da venda realizada pelo seller, este percentual cobrado será bitributado, pois já fora ofertado ao fisco anteriormente pelo seller. Mesmo neste cenário, é vantajoso ao marketplace, pois trata-se de uma receita adicional e a bitributação ocorre apenas sobre esse percentual”, afirma Vianna.

A Braspag oferece uma solução que possibilita este tipo de transação totalmente alinhada às normas do Banco Central. Além de distribuir os valores automaticamente para master e sellers direto nas suas contas bancárias, o Split Braspag também possibilita a negociação de recebíveis e que o grande varejista obtenha benefícios com esta negociação. “A negociação de recebíveis já é uma prática no mercado, o que disponibilizamos é a possibilidade que o marketplace ou franquia obtenha um benefício sobre isso. A decisão de negociar os recebíveis ou não é do lojista, de acordo com cada modelo de negócio. O nosso papel é apenas criar mais flexibilidade”, explica o diretor de tecnologia da Braspag, Felipe Cotecchia.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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