Empresa de celulares remanufaturados cresce mais de 500% em 1 ano

Empresa de celulares remanufaturados cresce mais de 500% em 1 ano

De acordo com um estudo da Fundação Dom Cabral (FDC) uma em cada quatro startups brasileiras morrem antes de completar um ano de vida. Já a Yesfurbe, plataforma brasileira de compra e venda de smartphones refabricados, foi contra essa maré, completando um ano de operação com crescimento de 526% na demanda de refabricação. Os números superam o crescimento do setor, que de acordo com a IDC (International Data Corporation) cresceu 162,5% em relação a 2018. A meta da empresa para 2019 é refabricar 20 mil aparelhos até o fim do ano.

“O modelo de trabalho da Yesfurbe já está consolidado, por isso o futuro é ainda mais crescimento e integração em diversas plataformas. Acredito que para o mercado como um todo, é uma ótima oportunidade de se diversificar e levar uma experiência única para o consumidor”, destaca Danilo Martins, sócio-diretor da empresa que recebeu um investimento inicial de R$ 3 milhões.

Modelo de negócio

A plataforma foi criada com o intuito de incentivar o consumo sustentável, além de oferecer uma solução mais acessível e prática para quem busca trocar de smartphone. A empresa também oferece uma alternativa para as pessoas que não sabem o que fazer com um aparelho antigo ou possuem dificuldades na revenda.

A empresa possibilita tanto a compra de aparelhos recondicionados como, também, a venda de aparelhos usados e troca por créditos para adquirir um modelo refabricado ou um novo. Esses processos podem ser realizados tanto pelo e-commerce da marca como, também, por meio de marketplaces e varejistas parceiros.

Um celular seminovo é um aparelho que passou por um processo de recondicionamento, em que suas características técnicas e estéticas voltam a ser semelhantes às de fábrica, com todos os potenciais e entrega de valor de um novo. Para isso, a Yesfurbe possui um centro próprio de reparos e segue diversos procedimentos para garantir a qualidade do smartphone antes de colocá-lo de volta à comercialização.

Após a chegada do item no centro de reparo, o primeiro passo é analisar todos os reparos que deverão ser feitos. São considerados fatores desde tela trincada até a troca da placa principal e atualização do software. “Em geral, os reparos mais comuns a serem feitos são a troca de bateria, placa principal e auto-falantes”, explica Danilo Martins, sócio-diretor da Yesfurbe.

Sugimura e Danilo Martins

Depois da análise e troca de peças necessárias, os aparelhos passam por testes de qualidade para que estejam 100% funcionais. Por fim, são higienizados, classificados entre excelente, muito bom e bom e embalados antes de estarem disponíveis no e-commerce.

Outro exemplo é o recurso STO (Safe Torque Off) nos inversores de frequência. Com o recurso de parada segura, que pode atender projetos até Categoria 4 (CAT4), é possível aumentar a segurança e confiabilidade de máquinas, além de reduzir custos.

A companhia ressalta que para uma prevenção de acidentes completa, além da adoção de recursos eficazes, é necessário que as empresas invistam em treinamento para os colaboradores conhecerem de forma completa as melhores práticas no ambiente fabril.

“Qualquer parada de máquina de forma não segura pode oferecer perigo aos operadores, risco que deve ser eliminado ou reduzido. É essencial que as máquinas e dispositivos sejam adequados à NR-12”, finaliza Sugimura.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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