Para 74% dos recrutadores, Millennials se frustram e se desmotivam facilmente no ambiente corporativo

Para 74% dos recrutadores, Millennials se frustram e se desmotivam facilmente no ambiente corporativo

Intensos, urgentes e inconstantes. Essas são algumas características dos Millennials, nascidos entre 1990 e 2010, e que trouxeram para o mercado de trabalho novos métodos de comportamento. Muito cobiçados pelo recrutadores, a contratação e manutenção desse perfil profissional é dificultosa, aponta o estudo realizado pela Catho. Segundo a pesquisa, que ouviu mais de 500 recrutadores, 74% afirmam que Millennials se frustram e se desmotivam facilmente no ambiente corporativo

O levantamento ainda apontou outros fatores observados pelos profissionais de RH no ambiente corporativo, tais como: pressa em crescer profissionalmente (67%), dificuldades com burocracias e eventuais formalidades corporativas (48%) e necessidade de flexibilidade de turnos e horários (47%).

Para a gerente sênior da Catho, Bianca Machado, os dados refletem bem a geração que tem como estilo de vida a filosofia You Only Live Once (YOLO), que em tradução literal significa “Só Se Vive Uma Vez”. Em decorrência desse comportamento, o senso de urgência dos Millennials acontece de forma muito distinta das outras gerações, o que impacta diretamente no ambiente corporativo.

Mudam de emprego facilmente

“Eles mudam de emprego facilmente, precisam se sentir muito valorizados no ambiente organizacional e priorizam carreira à construção de uma família. São profissionais ansiosos e ambiciosos por crescimento. É necessário mantê-los sempre motivados e desafiados. Sempre cercados com novos projetos e ideias”, afirma Machado.

Para atuar de forma cada vez mais assertiva na contratação de Millennials, profissionais de RH buscam se manter atualizados quanto às práticas de recrutamento para atrair exclusivamente esse perfil profissional. Segundo o levantamento, 60% leem conteúdos relacionados ao tema (revistas, artigos, dentre outros), 13% participam de eventos na área e 9% realizam cursos relacionados ao segmento.

“Os dados refletem profissionais de RH atentos e realmente preocupados em atender as demandas das empresas, ou seja, atrair talentos. Porém, muito mais do que isso, o grande desafio dos recrutadores é reter esse profissional por mais de 12 meses na corporação. Diminuir o turnover e obter a satisfação desse profissional se torna muito mais relevante, pois significa que o recrutador realmente acertou na contratação”, reforça Bianca.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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