150 empresas brasileiras têm potencial para abrir capital, mas nenhuma é do Paraná
Um estudo da empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers revela que o Brasil possui 150 empresas com potencial para abrir capital este ano, ou seja, negociar ações na Bolsa de Valores. Entretanto, cerca de 20 a 25 empresas deverão ingressar com pedido de IPO em 2010. E destas, nenhuma empresa será do Paraná.
Hoje, apesar de ter um grande parque industrial, o Paraná é sede de apenas 13 empresas de capital aberto entre as mais de 400 que estão listadas na Bolsa de Valores. E a partir da próxima terça-feira (27), passará a ter apenas 12 empresas, já que a GVT, que tem sua sede em Curitiba e teve 90% do seu capital comprado no ano passado pela francesa Vivendi, está recomprando 10% das ações em poder de investidores.
Apesar de ser um número pequeno, todas as 13 empresas de capital aberto, com sede no Paraná, têm grande expressão no mercado em que atuam. A Positivo Informática, por exemplo, é líder na fabricação e venda de computadores e notebooks; a Bematech, é líder no segmento de automação comercial; a Companhia Providência é a empresa líder na fabricação e comercialização de nãotecidos no Brasil; a Copel e a Sanepar monopolizam a venda de energia elétrica e água no estado; a América Latina Logística é líder no setor de logística; a GVT é a única empresa espelho que conseguiu se destacar no cenário de competição brasileiro. A Vivo, com sede em Londrina, ocupa as primeiras posições no setor de telefonia celular e o Paraná Banco é destaque no crédito consignado e seguro garantia.
Apesar da abertura de capital ser uma das formas mais baratas de captar dinheiro no mercado, a empresa tem que mostrar total transparência de suas contas e deixa de ter um único dono. Isso muitas vezes faz com que o empresário relute. E é isso que tem acontecido no Paraná.








