LGPD motiva investimento em segurança cibernética

LGPD motiva investimento em segurança cibernética
Informações sigilosas podem ser facilmente acessadas sem uma proteção ideal. Isso pode resultar tanto na perda de dados da empresa, como na utilização deles para fins de má fé. Para que essa segurança seja realizada da forma correta é preciso investir em Tecnologia da Informação.

O mercado já notou essa necessidade, tanto é que, em 2019, as empresas investiram US﹩ 4 trilhões nessa área, uma quantia que corresponde a 3,2% a mais do que no ano anterior. Segundo uma pesquisa do Instituto Gartner, 88% dos CIOs globais declararam que já adquiriram ou estão implantando soluções de proteção para seus negócios.

Uma grande motivação para o investimento em segurança cibernética é a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD (Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018), que está prevista para entrar em vigor em agosto deste ano. Ela abrange o setor público e privado e exige principalmente a segurança dos dados de clientes, tornando obrigatório o uso do armazenamento em nuvem e da criptografia de dados sensíveis.

Gabriel Ortiz, Co-founder e Solutions Architect da Nexcore, destaca que somente o uso da nuvem não é capaz de garantir a segurança do usuário. “É necessário investir na gestão eficiente de credenciais de acesso, com senhas fortes e periodicamente atualizadas. Assim, é possível evitar o uso indevido da credencial de um funcionário que não trabalha mais no local, a razão da maioria dos casos de comprometimento de informações”, salienta.

Proteção além da nuvem

A preocupação com a proteção de dados além do salvamento em nuvem já pode ser notada nos negócios. A pesquisa do Instituto Gartner também revelou que a principal medida de segurança adotada no ano passado foi a instalação de software de gerenciamento de risco. Além disso, as empresas também realizaram aportes de proteção na área de infraestrutura, a gestão de identidade de acesso dos funcionários e investiram em cuidados com os equipamentos de segurança de rede.

O uso da autenticação em dois fatores em dispositivos corporativos também é um meio de prevenir o acesso aos sistemas corporativos por terceiros. Por isso, o investimento na atualização da equipe de TI é fundamental, assim como em sistemas e ferramentas, como antivírus e firewalls, que previnem o sequestro de dados.

Ortiz ainda orientou que se houver a necessidade dos colaboradores usarem o celular para trabalhar, o ideal é que eles sejam empresariais, para que a conexão de rede seja gerenciada pela própria empresa. Outro método de segurança que pode ser adotado são os logins únicos, com prazo de validade determinado e restrições de acesso.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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