Empresa curitibana de perfumes e cosméticos volta a franquear

Empresa curitibana de perfumes e cosméticos volta a franquear

Nascida e localizada em Curitiba (PR), a primeira franquia de perfumes e cosméticos importados do Brasil está voltando a franquear: a Di Vetro anuncia ao mercado que está com oportunidades para quem desejar se tornar parceiro da marca e quer implantar uma unidade franqueada num raio de 200 km da franqueadora.

“Passamos por uma intensa reformatação de conceitos e processos operacionais e estamos prontos para conceder nossa marca aos empreendedores interessados em investir no segmento, que está bastante aquecido”, informa Gustavo Courbassier, sócio-franqueador.

A Di Vetro é uma rede varejista que oferece mais de 50 marcas de perfumes e cosméticos importados, bastante conhecidas do público brasileiro: Dior, Lancôme, Dolce & Gabbana, Prada, Givenchy, Shiseido, Calvin Klein, Moschino, Azzaro, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Kenzo, Carolina Herrera, Yves Saint Laurent, entre outras.

Também trabalha com grandes nomes da perfumaria nacional, oferecendo preços competitivos e as novidades mais desejadas, inclusive em acessórios para maquiagem e outros itens de beleza, como secadores de cabelos, pranchas e modeladores.

Nosso mix de produtos é bem completo e atende toda a linha de beleza feminina e masculina. Temos muitos itens infantis e para presentear, em diversas faixas de preço, porque atendemos desde o público AA até o C”, comenta Celi Lobo, que atua no segmento desde 1994 e fundou a empresa.

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A Di Vetro oferece ao mercado algumas opções de lojas: poderão ser instaladas lojas tradicionais, em shoppings ou em ruas de grande movimento, nas quais serão investidos cerca de R$ 300 mil, valor que inclui a taxa de franquia, de R$ 50 mil, mais o estoque inicial, mobiliário e adequações do ponto.

A estimativa do tamanho desta unidade é de 25 m2. Há, também, a opção de instalarem-se quiosques em shoppings. O investimento, neste caso, cai pela metade. A marca também estuda implantar o sistema store in store: a ideia é o franqueado poder implementar corners Di Vetro em lojas que desejem ter a venda terceirizada de produtos importados, agregando valor ao estabelecimento sem que, necessariamente, o varejista precise comandar esse departamento.

“O sistema store in store é muito vantajoso para o varejista de uma loja de calçados ou roupas, por exemplo. Ele não precisará gerenciar as vendas de perfumaria porque nosso franqueado se responsabilizará pela aquisição dos produtos e abastecimento desse corner, bem como pela precificação e gerenciamento do estoque. O varejista apenas venderá os produtos e ficará com um bom percentual das vendas”, comenta Courbassier.

Todas as opções de franquia estão disponíveis para cidades num raio de 200 km de Curitiba, de maneira que a franqueadora consiga prestar suporte à rede franqueada adequadamente.

Conheça a história da empresa

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Atualmente com seis lojas próprias, sendo cinco delas em Curitiba (duas no Pollo Shopping, uma no shopping Cidade, uma no shopping Jardim das Américas, uma no shopping Omar) e uma na região metropolitana, em Pinhais, a marca Di Vetro nasceu a partir da experiência de Celi Lobo com o mercado varejista de cosméticos multimarcas.

A empreendedora dirigia a Nossa Loja Cosméticos, na cidade de Santos (SP), e recebeu uma oferta de venda de suas lojas, passando a morar em Curitiba (PR). Lá, conheceu a marca Di Vetro e a adquiriu, tornando-a uma rede franqueada. “Porém, veio a crise econômica, em 2014, e, com ela, a substituição tributária sobre produtos importados, que passou de 7,3% para 53%. Chegamos a descredenciar franqueados, para que eles parassem de nos pagar royalties e conseguissem tocar suas lojas, de maneira independente, porque sem estruturamos uma central de compras e uma importadora não conseguíamos deixar o negócio interessante para eles. Foi a hora de pararmos de franquear e arrumarmos a casa”, lembra Celi Lobo.

Nesses anos que se passaram, a marca se reinventou e driblou as dificuldades: a importadora foi criada e passou a operar e a central de compras tem capacidade de abastecer a rede. “Agora, com seis lojas próprias, temos volume de compras – e somos competitivos”, comemora Celi. “É hora de franquear com total segurança”.

Dólar alto: um aliado da marca

Como o setor já enfrenta a alta carga tributária, o dólar alto e consegue ser competitiva? A resposta está justamente no fato de que o brasileiro deixou de viajar e trazer muitos produtos importados – mas, continua apreciando-os.

“Não vale mais a pena trazer perfumes de fora, se eles custam o mesmo aqui e ainda podem ser pagos em parcelas. Temos lançamentos mundiais, simultaneamente, e as compras em escala, por importadora, nos permite desenvolver um relacionamento com as marcas muito interessante, que nos dá benefícios que são repassados aos clientes”, explica Celi Lobo.

Ao lado de Gustavo Courbassier, ela sabe que fará a Di Vetro crescer de maneira consistente. “Queremos abrir mais cinco lojas neste ano e dez em 2021”, explica o sócio. Com a experiência de Celi Lobo no setor e a vivência de Courbassier – que já foi alto executivo de marcas como Estrela (brinquedos) e Crediare(financeira do Banco Bradesco e Lojas Colombo), além de CEO das lojas Colombo para citar algumas operações do varejo. A marca pretende voar longe.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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