Em momento de quarentena social, machine learning agiliza busca por autônomos e temporários

Em momento de quarentena social, machine learning agiliza busca por autônomos e temporários

A automatização dos processos de recrutamento já é uma realidade em muitos setores do mercado nacional. No entanto, é nas empresas com alto volume de mão de obra operacional que esse modelo de contratação é ainda mais estratégico, fazendo com que as empresas consigam ocupar milhares de postos de trabalho com mais agilidade e precisão em relação ao processo de seleção tradicional.

Agora, com a perspectiva de quarentena pelas próximas semanas para conter os efeitos da Covid-19, plataformas de delivery, operadores logísticos, centros de distribuição, hospitais e redes de supermercado começam a procura por trabalhadores temporários e autônomos para se ajustar às novas demandas. 

É o caso da Rappi, que fechou contrato com a LEVEE, especialista em tecnologia para força de trabalho, para a contratação de 500 shoppers em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Goiás. Por meio de soluções em machine learning, que é capaz de analisar em minutos milhares de currículos captados em diversos canais, a LEVEE consegue colocar trabalhadores operando em apenas quatro dias, entregando ao empregador profissionais qualificados e agilizando todo o processo.

A automação dos processos de seleção da LEVEE otimiza o tempo dos gestores, permitindo que possam focar em atividades que exigem competências mais humanas. Neste momento de recomendação para que se evite o contato pessoal, a LEVEE também mudou seu processo e passou a fazer entrevistas de processos seletivos via vídeo conferência, automatizando todo o processo. 

“Os trabalhadores da economia informal são os mais vulneráveis nesse momento e nós temos formatos flexíveis de contratação para absorvê-los. A LEVEE está totalmente focada nas necessidades de hospitais, laboratórios, supermercados, farmácias, call centers, serviços de delivery e operadores logísticos”, comenta Jacob Rosenbloom (foto), CEO da LEVEE.

Ao longo dos próximos 3 meses, a expectativa da empresa é que muitos trabalhadores informais sejam absorvidos pelo mercado em trabalhos temporários por meio de sua plataforma, que reúne mais de 15 milhões de currículos. Entre eles estão motoboys, estoquistas, operadores de call center, recepcionistas hospitalares e auxiliares de enfermagem, entre outros.

“Respeitando o período de quarentena, cada um de nós tem uma oportunidade única de fazer algo pela sociedade, movendo a economia e mantendo quanto mais pessoas empregadas for possível”, completa o executivo. 

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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