Coamo anuncia R$ 200 milhões em investimentos
A Coamo Agroindustrial Cooperativa, com sede em Campo Mourão (PR), irá investir o montante de R$ 200 milhões para modernização e melhorias de 43 unidades no Paraná, Santa Catarina e no Mato Grosso do Sul. A meta da cooperativa é instalar até 2012 novos entrepostos, bem como modernizar, adequar e ampliar a capacidade de recebimento, transporte, beneficiamento e secagem de produtos, e também ampliar a sua frota de veículos pesados e equipamentos, para atender as necessidades do seu quadro social. Os investimentos foram aprovados em assembleia geral no dia 14 de maio em Campo Mourão que contou com grande presença de cooperados.
A Coamo tem voltado sua atuação para garantir ao seu cooperado a cada nova safra, novas tecnologias na busca de maior produtividade em suas lavouras. E isto vem acontecendo, safra após safra. As colheitas estão cada vez maiores e mais rápidas, exemplo disso foi a safra 2009/2010, onde a cooperativa recebeu grandes volumes que ultrapassaram a capacidade de armazenagem que é de 2,83 milhões de toneladas, ou seja, 47 milhões de sacas, provocando a necessidade emergente de armazenagem em “piscinas” a céu aberto. De acordo com o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, para resolver os problemas de deficiência de armazenagem serão necessários investimentos ao longo dos próximos três anos, evitando-se assim, o ocorrido neste ano de 2010 na entrega pelos cooperados da soja e do milho, na safra de verão.
Gallassini informa que na safra passada o déficit de espaço somente nas unidades em que foram aprovadas ampliações e construções de novos silos e armazéns, foi de 15 milhões de sacas, e as novas obras aprovadas comportarão mais 8 milhões de sacas em 2010; 3,75 milhões de sacas em 2011 e outras 700 mil sacas em 2012, o que representa, no total, apenas 83% das nossas necessidades atendidas nos 3 anos. “O ideal é trabalharmos com o máximo de economia no recebimento das safras, com silos e armazéns disponíveis nos locais próximos as propriedades dos cooperados, retendo a produção quando o frete é mais caro e só retirar a safra quando ocorre acentuada redução no preço dos fretes”, prevê Gallassini.
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Para a realização dos investimentos aprovados na Assembleia Geral, parte dos recursos serão efetivados junto as instituições financeiras com financiamentos de longo prazo, e parte com recursos próprios, dentro da disponibilidade de capital de giro da cooperativa.








