Empresa inova em modelo de concessão de crédito e projeta R$ 400 milhões de empréstimos em 2020
Dinheiro na mão pode ser vendaval, mas também a solução para muitas empresas no atual momento econômico. Para agilizar a concessão de crédito surgiu a Pontte, fintech de crédito digital especializada em home equity. Fundada em 2019, a empresa completou um ano de operação em maio e observa crescimento na busca por crédito com garantia imobiliária.
Apenas nos primeiros cinco meses de 2020 (janeiro a maio), a realização de simulações em sua plataforma foi 60% superior aos oito meses de 2019 (maio a dezembro). O valor médio de solicitação é de R$ 440 mil. Já na comparação entre o primeiro trimestre de 2020 com o último trimestre de 2019, o aumento foi de 106%.
Em termos de volume, foram 2,8 bilhões de solicitações de crédito apenas em 2020, contra um total de 1,7 bilhão em todo o ano de 2019. Dessa forma, a empresa estima emprestar cerca de R$ 400 milhões ao longo deste ano. A fintech atende tanto empresas quanto pessoas físicas e possui dois produtos: financiamento de imóvel e home equity, modalidade de empréstimo com garantia imobiliária.
Dessa forma, o usuário pode solicitar crédito de até 50% do valor do imóvel oferecido e com taxas bem mais baixas. Além disso, aposta na flexibilidade e no crédito mais “humano”, respeitando a realidade do cliente e auxiliando-o em seu planejamento financeiro. As parcelas, por exemplo, diminuem de valor ao longo do tempo, e o usuário pode pular uma parcela, reduzir o seu valor ou quitar o pagamento de acordo com seu momento.
“Percebemos que a principal dor dos nossos clientes era a insegurança com o futuro. Assim, criamos um produto que é flexível desde o início, permitindo que as pessoas ajustem as parcelas de acordo com suas necessidades”, explica Marcelo Lubliner, CEO da Pontte.
Em um cenário de instabilidade econômica como o que vivemos atualmente, ter acesso a crédito não é fácil. As instituições financeiras solicitam diversos documentos, e o processo em si é moroso e burocrático. Foi para resolver essa situação que surgiu a Pontte, fintech de crédito digital especializada em home equity.
Fundada em 2019, a empresa completou um ano de operação em maio e observa crescimento na busca por crédito com garantia imobiliária. Apenas nos primeiros cinco meses de 2020 (janeiro a maio), a realização de simulações em sua plataforma foi 60% superior aos oito meses de 2019 (maio a dezembro). O valor médio de solicitação é de R$ 440 mil.
Já na comparação entre o primeiro trimestre de 2020 com o último trimestre de 2019, o aumento foi de 106%. Em termos de volume, foram 2,8 bilhões de solicitações de crédito apenas em 2020, contra um total de 1,7 bilhão em todo o ano de 2019. Dessa forma, a empresa estima emprestar cerca de R$ 400 milhões ao longo deste ano.
“Percebemos que a principal dor dos nossos clientes era a insegurança com o futuro. Assim, criamos um produto que é flexível desde o início, permitindo que as pessoas ajustem as parcelas de acordo com suas necessidades”, explica Marcelo Lubliner, CEO da Pontte.
A fintech tem como principal investidor a Mauá Capital, companhia com 15 anos no mercado e com mais de R$ 7 bilhões de ativos sob sua gestão. A proposta é trazer mais flexibilidade e crédito mais “humano”, respeitando a realidade do cliente e auxiliando-o em seu planejamento financeiro. As parcelas, por exemplo, diminuem de valor ao longo do tempo, e o usuário pode pular uma parcela, reduzir o seu valor ou quitar o pagamento de acordo com seu momento.
Atualmente, a Pontte atende tanto empresas quanto pessoas físicas e possui dois produtos: financiamento de imóvel e o home equity, modalidade de empréstimo com garantia imobiliária. Dessa forma, o usuário pode solicitar crédito de até 50% do valor do imóvel oferecido e com taxas bem mais baixas.
O home equity é uma modalidade ainda nova no Brasil, mas em crescimento no setor. Estimativa do Banco Central mostra que esse modelo pode injetar até R$ 500 bilhões na economia. É uma necessidade cada vez maior, uma vez que pesquisa do Sebrae com a Fundação Getúlio Vargas aponta que 86% dos pedidos de crédito foram negados ou estavam em análise entre 7 de abril e 5 de maio de 2020 – esse índice é de 18% na Pontte.
“Estão fechando portas para quem realmente precisa. Nós queremos dar suporte a essas pessoas em meio à crise porque estamos aqui para ajudar, é a natureza do nosso negócio. Ninguém esperava o coronavírus, mas imprevistos sempre acontecem, e nosso papel é apoiar os clientes”, conclui o executivo.


