ESG: fatores que impactam os negócios para a retomada econômica

ESG: fatores que impactam os negócios para a retomada econômica

Cada vez mais presentes no dia a dia empresarial, essas três letras – ESG, isto é, Environmental (Ambiental), Social (Social) e Governance  (Governança), tornaram-se critérios valorizados pelos principais investidores e executivos do mundo. Afinal, a governança das organizações tem passado por transformações e novos critérios vão sendo definidos no ambiente de negócios.

Trata-se de uma estratégia em que não há lucro abstraído. Contudo, é necessário repensar a forma de realizar ações e investir em projetos. Nesse contexto, a justiça, a igualdade social e a responsabilidade com o meio ambiente devem fazer parte da governança empresarial. Em outras palavras, é um novo movimento que engloba métricas de governança de impacto ambiental e social.

Ao seguir esse raciocínio e pensando na retomada da economia, é possível afirmar que as companhias que adotam os fatores ESG como prioridade sinalizam ao mercado mais solidez nos negócios e planejamento em longo prazo.

Quando uma empresa utiliza as estratégias voltadas ao movimento que prioriza questões ambientais, sociais e de governança, ela demonstra transparência, além de evidenciar que mantém uma redução no risco de danos socioambientais. Mais do que isso, deixa claro aos investidores e ao mercado que existe uma antecipação dos passos seguidos pela companhia.

Os relatórios e ações voltadas à comprovação de atitudes sustentáveis já ganharam um conceito mais amplo. O que, por muito tempo, foi tratado de forma separada das informações gerenciais passou a ter maior relevância – e ela só tende a crescer, pois as ações das empresas não ocorrem paralelamente.

Sendo assim, espera-se que, depois do abalo sofrido com a pandemia da covid-19, o mercado se eduque a pensar como um todo, ao enfocar as iniciativas de responsabilidade ESG. Em um pós-pandemia, negócios que vão além do lucro serão o novo normal.

O artigo foi escrito por Cris Baluta, que é conselheira e  coordenadora do Grupo de Intercâmbio de Experiências em Meio Ambiente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), CEO da Roadimex Ambiental Ltda e Fundadora do Instituto Ser (Sustentabilidade, Engajamento e Realização).

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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