Mudanças de consumo trazem crescimento contínuo no setor de descartáveis
A substituição de guardanapos de tecido por papel, que já há muito tempo é uma realidade nas residências, bares e lanchonetes, passou também a ser uma tendência no setor hoteleiro e restaurantes classe A. Nas escolas de hotelaria, os novos profissionais que ingressam no mercado de trabalho já têm esta noção cristalizada, e isso deve fazer com que o segmento de descartáveis permaneça em crescimento contínuo. O guardanapo de papel apresenta pelo menos duas vantagens em relação ao seu concorrente de tecido: é mais higiênico e tem um custo bem menor.
Favorecida por este quadro, a empresa paranaense Relevo, que é líder no Brasil na fabricação de guardanapos de luxo, está projetando para este ano um crescimento de 15% em seu faturamento. A fábrica de guardanapos localizada no município de Almirante Tamandaré, que detém mais de 90% do mercado brasileiro de guardanapos prensados e que fabrica 33 toneladas em produtos por mês, espera quadruplicar sua produção em cinco anos. Os hotéis e restaurantes são os responsáveis pela maior fatia das vendas da Relevo. Hoje, 35% da produção de guardanapos da Relevo são destinadas para hotéis e 33% para restaurantes. Em sua carteira constam mais de 4.300 clientes de várias partes do Brasil.
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Agora tão importante quanto a qualidade do produto é a economia gerada pelo uso de guardanapos de papel. De acordo com cálculos do empresário Celso Rufatto, enquanto a lavagem de um guardanapo de pano custa, em média, R$ 0,16, para o hotel ou restaurante, um guardanapo de papel de alta qualidade, tem um custo de apenas R$ 0,08.








