CNI alerta que modelo do pré-sal gera incertezas para o investimento privado
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende que a proposta do marco regulatório do pré-sal, anunciada nesta segunda-feira  (31)  pelo governo, não seja recebida como fato consumado, mas como ponto de partida para um debate†que ainda receberá contribuições do setor privado. Por isso, a CNI acredita que deve ser evitada a urência constitucional para a tramitação do marco regulatório no Congresso Nacional.
A nota da CNI á imprensa sustenta que as inovações trazidas pelo novo modelo, como a substituição dos contratos de concessão por contratos de partilha e a criação de uma empresa estatal, devem ser melhor avaliadas, uma vez que deverão ter impacto sobre as decisões dos investimentos privados.
Já o senador Osmar Dias defende que os recursos dos royalties da exploração do petróleo no Pré-Sal sejam divididos entre todos os estados e não fiquem somente nas mãos dos estados produtores. Segundo ele, não é justo que só os estados produtores de petróleo fiquem com os royalties. Se partirmos deste princípio, o Paraná deveria receber contrapartida de 25% de todo alimento que produz para o Brasil e com os royalties da produção energética de Itaipu já que destes nem o ICMS recebe”, afirma Osmar.








