Reajuste de remédios é desnecessário
Pesquisa sobre preços de medicamentos realizada pela Proteste Associação de Consumidores constatou que seria desnecessário o governo autorizar até 4,5% de reajuste previsto para vigorar em abril. As farmácias já não praticam o preço máximo autorizado pelo governo por ser elevado. Mesmo com os reajustes, as farmácias têm liberdade para cobrar o valor de um medicamento entre o preço do fabricante e o preço máximo ao consumidor.
Por isso, pesquisar sempre entre as farmácias para obter economia de até 30% é o que aconselha a Proteste após o resultado obtido com a pesquisa. E o consumidor deve optar pelos genéricos, sempre que possível. Se souber comprar, o consumidor pode pagar por um medicamento quase a metade do preço máximo autorizado pelo governo.
No dia 31 de março sairá no Diário Oficial a autorização do aumento, baseado na inflação oficial acumulada (IPCA) e na produtividade dos laboratórios. Ao todo, 20 mil remédios terão seus preços alterados. Ficam de fora os homeopáticos, fitoterápicos e cerca de outros 400 produtos que não precisam de receita, como a Dipirona e o AAS.


