Raí: jogador vivencia em 15 anos o que o executivo leva 50 anos dentro da empresa
Campeão mundial Interclubes pelo São Paulo, tetracampeão pela seleção que conquistou a Copa dos Estados Unidos em 1994, Raí Oliveira abriu a Mercosuper 2010, que está sendo realizada no Expotrade Pinhais. Com a palestra O benefício individual dentro do coletivoâ€, Raí lembrou momentos marcantes da carreira vencedora, com destaque para comparações enriquecedoras entre o desempenho no esporte e o mundo corporativo.
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A diferença entre a trajetória no futebol e na empresa é que o atleta vivencia em 15 anos o que um executivo leva 50 anos dentro de uma organização. No esporte, tudo é mais intensoâ€, comentou. Após abandonar os gramados, Raí se dedicou á carreira de palestrante e executivo de organizações que desenvolvem projetos esportivos junto a jovens carentes. Para dar este passo, precisou levar para a nova atividade talentos adquiridos como atleta.
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Quando o futebol acaba, é preciso pensar no futuro, sobretudo por se tratar de uma profissão em que a gente se afasta antes dos 40 anos. Eu sabia trabalhar com diferentes personalidades, sabia lidar com pessoas, em equipe. Este foi o maior patrimônio que acumulei como atleta e que me possibilitou seguir adiante, fora do futebolâ€, afirmou. Raí disse aos supermercadistas do Paraná que em qualquer grupo o perigo se julgar melhor que os outros. Se você realmente é melhor, tem a responsabilidade de puxar todo o grupo adiante, de aperfeiçoar os que estão a sua voltaâ€.
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Porém, reconheceu que de nada valeria ser um jovem talentoso em uma equipe do interior de São Paulo se aquele grupo não tivesse sido vitorioso. Eu poderia ser um grande jogador, mas não teria chamado a atenção da seleção se o grupo no qual eu jogava não fosse bom. Não adianta ser um destaque individual se o grupo não cresceâ€.








