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ándice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios mantém alta

O ándice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) para o terceiro trimestre de 2010 alcançou 75,4 pontos, em uma escala de 0 a 100, mantendo o patamar registrado na pesquisa anterior (74,9). Elaborado a cada três meses pelo Insper em parceria com o banco Santander, o indicador tem o objetivo de aprofundar o conhecimento das expectativas do segmento de pequenas e médias. Na segmentação por setor da economia, serviços e comércio registraram 75,7 e 75,5 pontos, respectivamente, enquanto a indústria alcançou 74,3.

Este segmento vai se beneficiar do crescimento econômico em curso. Esperamos aumento da demanda por crédito em função da recuperação e crescimento do faturamento dos pequenos e médios empresários”, diz Ede Viani, diretor de Pequenas e Médias Empresas do Santander.  Ainda de acordo com o levantamento, os empresários mostraram mais confiança no crescimento de seu faturamento (79,4 pontos), de seu ramo de atividade (78,0 pontos) e dos lucros (77,0 pontos). Mais uma vez, o índice que mostra previsão de novas contratações obteve a menor pontuação, com 70,5. O índice que aponta a confiança na economia foi o único que registrou redução, com queda de 2 pontos para 75,6. No levantamento anterior, realizado para o segundo trimestre, este índice havia registrado a maior variação positiva, com alta de 7,5 pontos.

Segundo o professor do Insper Danny Claro, coordenador do projeto, assim como outros indicadores de atividade econômica, o IC-PMN aponta para uma estabilização da confiança do pequeno e médio empresário, após a euforia observada anteriormente, principalmente quando isolamos o indicador sobre a economia brasileira. O levantamento do IC-PMN foi feito a partir das respostas de 1.200 empresários das cinco regiões do País e de três ramos de atividade (comércio, serviços e indústria). Fazem parte da amostra empresas que faturam até R$ 30 milhões/ano.

Os empresários de pequenos e médios negócios apontaram a reforma tributária como o item de maior urência na agenda do próximo governo, de acordo com pesquisa realizada pelo Insper e banco Santander. O levantamento que apura IC-PMN perguntou aos empresários brasileiros qual deveria ser a prioridade do próximo governo para melhorar seu ambiente de negócios.

De acordo com a pesquisa, 56% dos empresários deste setor responderam que a prioridade deve ser a reforma tributária. Em segundo lugar, está a redução da taxa básica de juros, com 19%, e em terceiro, a qualificação da mão de obra, com 15%. O investimento do governo na redução dos processos burocráticos nas empresas é prioridade para apenas 5% dos entrevistados, assim como a redução dos encargos trabalhistas, que é prioritária para outros 5%.

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