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Paraná volta a atrair multinacionais

Depois de alguns anos de completa estagnação, o Paraná volta a atrair indústrias de grande porte. Nesta terça-feira (8), em Ponta Grossa, a multinacional japonesa Makita, que é uma das maiores fabricantes de ferramentas elétricas no mundo, com unidades instaladas em sete países, inaugura  a sua fábrica na cidade de Ponta Grossa. Esta unidade foi transferida da cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, para Ponta Grossa, e vai responder por 350 postos de trabalho. A empresa está recebendo incentivos fiscais do governo estadual, como a dilação de prazo do ICMS por quatro anos e carência de mais quatro para começar a pagar o imposto.

Já o município de Campo Largo está recebendo a multinacional Sig Combibloc, cuja fábrica será inaugurada no segundo semestre de 2011 e deve empregar 225 pessoas. A  empresa suíça  vai produzir 1 bilhão de embalagens longa vida por ano e tem como principal concorrente a Tetra Pak, de Ponta Grossa. Com investimento de R$ 200 milhões a Sig Combibloc está trazendo ao Brasil uma série de inovações ao setor como novas formas de abertura das embalagens e versões para o envase de alimentos.

Por sua vez a Klabin, que é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil,  prevê a instalação de uma nova planta de celulose no Paraná de escala mundial com capacidade de até 1,5 milhão de toneladas por ano. Extra-oficialmente a cidade cogitada é Telêmaco Borba, que já possui uma unidade fabril da Klabin. A nova planta deve ser instalada até 2015 e o valor total do investimento não foi divulgado. Está prevista também a instalação de uma nova máquina de cartão revestido, que elevará a capacidade de produção da indústria.

Um dos investimentos mais recentes e mais volumosos na unidade de Telêmaco Borba foi o Projeto de Expansão MA-1100, que recebeu investimentos de R$ 2,2 bilhões e ampliou a capacidade de produção total da empresa de 1,6 milhão de toneladas anuais de papéis para 2 milhões de toneladas. Com a expansão, a Unidade Monte Alegre da Klabin passa a ser a décima maior fábrica de papéis do mundo, atingindo a capacidade de 1,1 milhão de toneladas/ano de papéis para embalagens. Cerca de R$ 300 milhões foram investidos em melhorias de perfomance ambiental, permitindo, entre outros benefícios, redução no consumo de água e de óleo e a implantação de um sistema de ultrafiltração de efluentes inédito no mundo no setor de papel a celulose, conferindo á  água que é devolvida ao Rio Tibagi uma liquidez superior á  da originalidade retirada.

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