Grupo Frangos Canção fatura com exportações

O primeiro semestre de 2010 teve bons resultados no setor de exportação para o Grupo Frangos Canção. Cerca de 30% da produção total do grupo nesse primeiro semestre foi destinada aos países do Oriente Médio, ásia e América do Sul, que são os principais compradores da carne de frango brasileira. Comparando os números desse ano com 2009, o grupo registrou um aumento de quase 10% em seu faturamento com as exportações, um crescimento dentro do esperado para o grupo nesse peíodo.  De acordo com a expectativa do Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná), que tem a previsão de crescimento para o setor entre 5% e 10% até o final de 2010, o Frangos Canção tem acompanhado a média estadual do setor.

O fortalecimento de negócios com o mercado japonês foi um dos grandes retornos no setor de exportações nesse peíodo. De acordo com o gerente de exportação do Grupo Frangos Canção, Edemir Trevizoli Junior, foi de grande importá¢ncia para o grupo fortalecer a venda de cortes específicos para o mercado japonês. Já tínhamos feito uma experiência em 2008 que foi retomada nesse ano, e agora está consolidada”. Hoje, o mercado japonês recebe cerca de 250 toneladas por mês de carne de frango do Grupo Frangos Canção, que exporta para o mercado japonês cortes específicos de perna e asa de frango.

Para o gerente de exportação do Grupo Frangos Canção, o segundo semestre deve ter um retorno ainda maior para o grupo na área de exportação. Temos negócios em andamento que devem se consolidar nos próximos meses, aumentando nossa expectativa de crescimento”, afirma o gerente de exportação. O grupo tem investido em conhecer de perto novos mercados, com o objetivo de oferecer produtos direcionados ao costume de consumo de frangos em diferentes países.

Para ampliar seu atendimento as demandas do mercado externo, o Frangos Canção tem investido não só no aumento da produção, mas também na qualidade de seus produtos. Hoje o grupo investe em melhores soluções para ração animal, no bem-estar animal dentro dos aviários dos produtores integrados. Há investimentos também na área de armazenamento de produtos, além dos estudos de novos cortes e especificações para países europeus”, comenta Trevizoli.

Soma

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