Paraná cria a primeira central de negócios do Brasil no setor de tecnologia

As empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação de todo o Paraná poderão se associar a partir do dia 10 de setembro, á  Central de Inovação, Desenvolvimento e Negócios Tecnológicos (Cintec), que é a primeira central de negócios do setor, estabelecida no Brasil. Esta central foi fundada por um grupo de empresários da região de Londrina, depois de 15 meses de muito estudo. E tem como objetivo aumentar a competitividade das empresas, ampliar o acesso a novos mercados e criar mecanismos para enfrentar a concorrência.

Através desta central de negócios, as empresas paranaenses do setor de TI e Comunicação também poderão fazer compras conjuntas, compartilhar uma carteira de clientes e ofertar soluções coletivas. Outra possibilidade é implantar uma central de serviços comuns, para realizar trabalhos de contabilidade, folha de pagamento e pessoal, e fazer rotinas financeiras, que hoje são efetuados individualmente pelas empresas. A Central de Inovação, Desenvolvimento e Negócios Tecnológicos começa com 11 empresas, mas a expectativa é de que este número deverá se multiplicar em breve.

Os empresários paranaenses já contam hoje com 61 centrais de negócios dos mais diversos segmentos e outras 15 estão em fase de implantação. Eu conversei agora a pouco com o consultor do Sebrae no  Paraná, Marcos Uda, e ele me disse que a cada semana surgem pedidos de vários setores que querem formar novas centrais de negócios. A primeira central de negócios criada no Paraná foi a do vestuário, que começou a operar no ano passado. Em um ano de funcionamento, esta central que congrega 200 empresas, conseguiu reduzir os custos das compras em média em 20%, mas em alguns casos a economia chega a 35%. Diante de tanto sucesso, estas empresas agora estão se organizando no sentido de formar uma central de vendas.

Os empresários que quiserem participar de uma central de negócios podem formar um grupo com mais de 10 empresas do setor ou então ingressar numa das centrais que já estão funcionando, e que poderão ser indicadas pelo Sebrae. Neste caso, as empresas terão que pagar uma jóia que poderá variar de R$ 2 mil a R$ 50 mil.

Soma

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