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51% dos consumidores pagarão á  vista os presentes de Natal

No Natal 2010, as compras á  vista representarão 51% das vendas e as a prazo 49%, de acordo com a pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Natal, divulgada nesta quarta-feira (8). No Natal do ano passado, as vendas á  vista somavam 52% e as a prazo 48%. A pesquisa mostra também que no Natal 2010, as compras á  vista serão feitas: 36% em dinheiro; 25% em cartão de crédito; 19% em cartão de débito; 16% em cheque; 3% em cartão da própria loja e 1% outros. As vendas a prazo serão compostas por: 46% cartão de crédito parcelado; 29% cheque pré-datado; 16% financiamento ou crediário; 5% cartão de débito parcelado; 3% cartão da própria loja parcelado e 1% outros.

Pela primeira vez na pesquisa, a Serasa Experian apura que nos cartões de crédito 8% dos varejistas entrevistados parcelarão as vendas do Natal 2010 em duas vezes; 36% em três vezes; 12% em quatro vezes; 10% em cinco; 19% em seis; 1% em sete; 1% em oito; 9% em dez e 4% em mais de dez vezes.

No financiamento ou crediário, 12% parcelarão em uma única vez; 4% em duas vezes; 23% em três vezes; 14% em quatro vezes; 11% em cinco vezes; 15% em seis vezes e 22% dos varejistas praticarão prazos superiores a estes. Apenas 4% financiarão em mais de 24 vezes.

No cheque pré-datado, 21% dos varejistas de todo o país vão parcelar em uma única vez; 12% em duas vezes; 34% em três vezes; 10% em quatro vezes; 8% em cinco vezes; 8% em seis vezes e 7% em prazos superiores.

No Natal 2009, os meios de pagamento utilizados á  vista foram: 41% dinheiro; 22% cartão de crédito; 18% cartão de débito; 17% cheque e 2% cartão da própria loja. Nas vendas a prazo: 41% cartão de crédito parcelado; 33% cheque pré-datado; 18% financiamento ou crediário; 5% cartão de débito parcelado e 3% cartão da própria loja parcelado.

Para concluir, antes mesmo das novas medidas de controle da inflação, para redução no ritmo da atividade econômica e da expansão do crédito e inadimplência, os empresários do varejo já estavam diminuindo os prazos de pagamentos, em decorrência do aumento do endividamento. O encarecimento esperado para o crédito não deve afetar as decisões de compra, sobretudo para produtos de menor valor agregado.

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