Setor de transportes de cargas pede atualização de investimentos
Desejando equilibrar receitas e despesas, as empresas do setor afirmam que não podem abrir mão do ressarcimento de custos significativos cobertos pelos demais componentes tarifários como o frete-valor, o GRIS, a cubagem e as generalidades. Ao passo que a economia vem se reerguendo, a necessidade de profissionalização e qualificação da mão de obra é outro ponto que necessita providências imediatas para atingir os objetivos de crescimento.
As tecnologias implantadas estão proporcionando novas diretrizes ao setor, conduzindo o transporte rodoviário ao desenvolvimento. Contudo, o motorista ainda é o principal parceiro de todo o sistema produtivo. O setor enfrenta anualmente o desafio de abastecer o quadro funcional das empresas com cerca de 120 mil profissionais preparados. Porém, faltam pessoas interessadas e qualificadas para tal trabalho.
Há anos, a profissão de motorista era valorizada. Hoje, poucos jovens se sentem atraídos por este mercado. Por todo o Brasil, existem as unidades do Sest/Senat, locais para formação destes novos motoristas, mas faltam incentivos que mostrem, apesar das dificuldades, a importá¢ncia do transporte para o crescimento de todos.
Cabe ao segmento, aliado ao governo, transformar esta atual imagem do profissional e atrair possibilidades para evitar o colapso. Desta forma, a Federação das Empresas de Transporte de Carga do Nordeste (Fetracan) e a Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC) alerta para que os investimentos sejam feitos, visando o sucesso das empresas e o crescimento do País. A urgente necessidade de atualização do setor frente á economia irá possibilitar que os obstáculos sejam enfrentados com êxito.








