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Venda de não medicamentos aumenta faturamento das farmácias em 50%

O faturamento das farmácias brasileiras com os chamados não medicamentos, como refrigerantes, chocolates,  sorvete, recarga de telefone celular, pilhas e até ração para animais cresceu 50% nos últimos dois anos, tendo chegado perto de R$ 5 bilhões em 2010. A venda destes produtos já responde por 28% dos negócios das farmácias. Só para se ter uma ideia do que isso representa, o porcentual de aumento da venda de não medicamentos é maior  do que o crescimento da receita com os remédios, que foi de 45% em igual peíodo, segundo dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

A expectativa é de que a participação das gôndolas de conveniência no lucro global das farmácias deve melhorar ainda mais nos próximos anos. Para algumas gigantes do mercado farmacêutico, os produtos variados, excluindo os medicamentos, já representam 40% do faturamento.

Há sete anos, os não medicamentos representavam apenas 20% das vendas das farmácias. Para os empresários do setor, um dos motivos do aumento é a inclusão social, ou seja, á  medida que as pessoas melhoraram sua renda, passaram a se preocupar mais com a pele ou com o cabelo. Outra causa desse bom desempenho das farmácias se deve á  ampliação do número de lojas. Entre 2009 e 2010 o total de unidades das 28 maiores farmácias e drogarias do país cresceu 10%.

Eu conversei com o diretor da rede de farmácias Nissei e Minerva, Carlos Marques, e ele me disse que diante do bom desempenho do setor, o grupo paranaense vai investir R$ 50 milhões em mais 50 lojas este ano no interior do Paraná e Santa Catarina. Em 2012, a Nissei que conta hoje com 178 lojas, deve entrar também no mercado de São Paulo.

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