በhora de repensar os investimentos

A economia brasileira passa por um momento de alterações diante da queda dos juros e da alta do dólar. Portanto, é  hora de repensar investimentos e, no caso das empresas, rever os empréstimos  . Se por um lado a queda dos juros anima os tomadores de crédito, por  outro, o impacto da alta do dólar que voltou a ultrapassar a casa de R$ 1,70, será sentido pela indústria brasileira.  በque com o dólar mais caro, as matérias-primas e os produtos importados chegarão mais caros aqui, e seus preços serão repassados para o consumidor.  E aí o fantasma da inflação certamente voltará a assustar a população.

Já o investidor, que vinha se beneficiando com a alta dos juros, deve mudar de aplicação, tendo em vista que a taxa Selic deve encerrar o ano em 11%. Diante deste cenário, a atratividade dos investimentos de renda fixa começa a ser menor. Aplicações com rentabilidade atrelada á  taxa básica de juros como  os fundos DI e os CDBs acabam perdendo espaço, abrindo a possibilidade para opções pré-fixadas e até mesmo para a bolsa de valores. Vale lembrar que o retorno dos pré-fixados é estabelecido no momento da aplicação, sendo possível saber exatamente o quanto ela vai render.

Outra boa saída para os recursos é  recorrer a investimentos atrelados á  inflação que registraram uma das maiores rentabilidades diante da escalada do ándice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Entre os investimentos aconselhados está a  Nota do Tesouro Nacional Série B (NTN-B), que tem atualização ligada a variação do indicador de preços oficial do governo.  Entretanto, antes de ingressar nestas aplicações, é preciso avaliar a perspectiva futura de variação da inflação. Tem que se pensar nos próximos 12 meses porque o que passou não tem influência. O que interessa é quanto vai ficar daqui para frente. Se o IPCA ficar dentro da expectativa ou abaixo, é melhor ficar no pré-fixado.

Soma

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