Colônia de férias é uma opção de empreendimento para peíodos determinados, que exige baixo investimento
O ano letivo dos estudantes não combina com o peíodo de férias do mercado profissional de trabalho. Enquanto as férias remuneradas dos pais somam apenas 30 dias por ano, as férias escolares podem chegar a quase três meses, separadas entre o fim, início e no meio do ano. Esta diferença gera uma preocupação anual: onde deixar os filhos na hora de sair para o trabalho? A solução urbana para este problema é a colônia de férias. Também a insegurança nas ruas das grandes cidades contribui para aumentar a demanda de pais que buscam colônias de férias para seus filhos durante o peíodo de recesso escolar.
Normalmente, as atividades das colônias de férias ocorrem em sítios, clubes, condomínios, parques e escolas, oferecendo brincadeiras divertidas e organizadas. As crianças praticam esportes, jogos, desenho e pintura, por meio de brincadeiras lúdicas e interagindo com outras crianças e a natureza. Por ser um segmento onde a concorrência é pulverizada, a colônia de férias precisa oferecer serviços diferenciados e com qualidade no atendimento para se destacar.
Para os empreendedores que se identificam com o segmento de lazer, turismo e educação, trata-se de uma oportunidade de investimento e trabalho onde o capital inicial necessário é pequeno, dependendo do local, tamanho, objetivos e organização do negócio.
O investimento para montar uma colônia de férias é reduzido, caso o empreendedor utilize instalações de terceiros em espaços já estabelecidos. Segundo cálculos dos consultores do Sebrae, uma empresa localizada em uma área alugada de 50 metros quadrados exigirá um investimento inicial de R$ 25 mil. Entretanto, se o empreendedor optar por uma colônia de férias em instalações próprias o investimento será bem mais elevado.








