Dólar fecha acima de R$ 2,00 pela 1ª vez desde julho de 2009. Bolsa cai pelo 6 º pregão
Em meio á crise na Grécia, que vem sofrendo com a iminiência de sair da Zona do Euro, o dólar comercial rompeu o patamar dos R$ 2, encerrando a sessão desta terça-feira (15) aos R$ 2,0015, com valorização de 0,58%. Essa é a maior cotação para a moeda norte-americana desde 10 de julho de 2009, quando atingiu R$ 2,0015. Já o ándice Bovespa (Ibovespa) fechou pelo sexto pregão consecutivo em baixa (-2,25%). O patamar de 56.237 pontos é o menor desde 19 de dezembro. Com essa queda, o desempenho acumulado da bolsa, no ano, passou a ser negativo em 0,91%, depois de ter registrado ganhos de 21,52% em março.
Os papéis das imobiliaías lideraram as perdas do Ibovespa, com destaque para a queda de 15,05% dos papéis da MRV Engenharia (MRVE3), que atingiram a casa dos R$ 9,43. As ações deste setor os resultados trimestrais, que mostraram forte queda nos números das empresas. PDG (PDGR3, R$ 9,43, -9,83%) também foi outra imobiliária a cair forte nesta sessão após seus resultados. Também vale destacare a queda dos papéis da OGX Petróleo (OGXP3, R$ 12,03, -7,82%), a terceira ação mais significativa do índice.
O destaque internacional do dia ficou por conta de Atenas, onde as negociações para a formação de um governo de coalizão na falharam. No quesito indicadores, com a agenda interna esvaziada, os Estados Unidos foram o destaque. O CPI (Consumer Price Index), índice de preços ao consumidor, veio exatamente em linha com o esperado pelo mercado, marcando taxa de 0,3% em abril. Já as vendas no varejo norte-americano registraram aumento de 0,1% no mês de abril. Por sua vez, o indicador da atividade industrial na região de Nova York apontou 17,1 pontos em maio, forte avanço em relação aos 6,6 pontos relatados no mês anterior, segundo dados divulgados pelo Federal Reserve Bank de Nova York.








