Grupo Emirates tem lucro há 25 anos consecutivos
O Grupo Emirates anunciou nesta quinta-feira (9) o balanço do ano fiscal 2012-2013, que terminou em março. Pelo 25º ano consecutivo, a empresa registrou lucro e crescimento recorde, fechando o período em uma posição forte, apesar do alto preço do combustível e da crise econômica global.De acordo com o Relatório Anual 2012-13, lançado hoje, o Grupo Emirates registrou lucro líquido de US$ 845 milhões, aumento de 34% em relação ao ano passado. Mesmo com os desafios externos, a receita da empresa atingiu US$ 21.1 bilhões, 17% mais que no período anterior. O saldo de caixa cresceu 53% para US$ 7.3 bilhões. “Lucrar pelo 25º ano consecutivo no ano fiscal em que tivemos aumento recorde de nossa capacidade por toda a rede é uma conquista que reflete a força de nossas marcas e de nossa liderança”, disse Sua Alteza Sheikh Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente da Emirates Airline & Group.
“Nesse período, investimos US$ 3.8 bilhões em novos aviões, produtos, serviços e instalações, bem como no JW Marriott Marquis Hotel, recém-inaugurado em Dubai. Esse investimento resultou no aumento da base de clientes e da visibilidade global da marca. Todo dinheiro que ganhamos é estrategicamente reinvestido no negócio, o que tem permitido ao Grupo manter essa rentabilidade forte e consistente em circunstâncias desafiadoras”, completou Sheikh Ahmed. Apesar de um ambiente operacional difícil, o Grupo continuou a expandir a base de funcionários para 68 mil, o que representa aumento de 12%.
A Emirates Airline continuou com seu plano de expansão – durante o ano, teve aumento histórico de sua capacidade com a chegada de 34 aeronaves, que foram financiadas pela captação de US$ 7,8 bilhões. Outras conquistas incluem o lançamento de dez rotas em seis continentes, transporte recorde de 2 milhões de toneladas de carga e um acréscimo de 5,4 milhões de passageiros, maior alta em um ano fiscal.
O gasto com combustível cresceu 15% no ano passado e fechou em US$ 7.6 bilhões. Os custos operacionais totais tiveram aumento de 16%, contra 17% da receita.
“Gerenciar taxas de câmbio voláteis e uma conta alta de combustível, que representa 40% dos gastos, exigiu nossa forte reação”, acrescentou Sheikh Ahmed. “Mesmo com todos os desafios, continuamos a crescer e a ser rentáveis porque confiamos no nosso modelo de negócio e conhecimento de mercado”.
A taxa de ocupação da Emirates nos últimos três anos se manteve em 80%, apesar do aumento de capacidade de 44% durante o mesmo período, mostrando que a demanda global para nosso produto continua forte. “Nossa capacidade medida em toneladas disponíveis por quilômetro, que inclui passageiros e carga (Available Tonne Kilometres, ou ATKMs), passou a marca de 40 bilhões, outro recorde para a companhia”, concluiu Sheikh Ahmed.








