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Centro de logística da Renault em Curitiba coloca o Brasil na rota mundial de fornecimento do Grupo

Renault-fábricaA finalização das obras no Complexo Ayrton Senna, em março deste ano, elevou a capacidade instalada da Renault de 280 mil para 380 mil veículos anuais. Es te salto de produção, somado ainda à produção anual de quase 400 mil motores, faz com que cresça também a necessidade de incrementar a cadeia de fornecimento de componentes. Hoje, 80% das peças utilizadas pelas fábricas da Renault são produzidas no País, provenientes de 246 fornecedores. Já os demais 20% vêm de fornecedores localizados nos 4 continentes e, para chegarem ao seu destino final, contam com um sistema inteligente de logística cuja sigla é ILN (International Logistics Network), um centro de distribuição de peças responsável pela importação e exportação de componentes, em todo o mundo.

Em operação desde 2000 e comandado pela diretoria de Supply Chain das Américas, o ILN Curitiba colocou o Brasil na rota mundial de fornecedores do Grupo Renault, articulando-se a uma rede formada por outros sete centros logísticos. Situados em posições estratégicas ao redor do mundo – França, Espanha, Turquia, Argentina, Romênia, Índia e Coreia do Sul – estes centros dão suporte logístico a todas as 38 unidades de produção do Grupo Renault presentes em 29 países.

Também vale lembrar que essa inteligência logística contribuiu, de forma decisiva, para que, em 2012, a Renault produzisse no País mais de 254 mil veículos e exportasse cerca de 54 mil, entre os quais os modelos Sandero, Duster, Logan e Master. Também foram exportados mais de 135 mil motores, o que corresponde a cerca de 40% da produção local.

Criado em 1975, na França, sob o nome de Centre CKD (Complete Knock-Down), o conceito de ILN passou por uma série de evoluções – e inovações – que hoje define a rede internacional de logística responsável por dar suporte ao desenvolvimento internacional de todo o Grupo Renault. Atualmente, os oito centros ILN estão em permanente conexão, buscando, em todo o mundo, os fornecedores que oferecem as melhores condições de produção, considerando não apenas a qualidade do produto – que deve obedecer aos rígidos padrões de exigência da marca – mas também aspectos como custo e tempo da operação logística.

Estar preparado para atender esse mercado é, ao mesmo tempo, uma estratégia e um desafio para a Renault do Brasil e cada um dos seus 246 fornecedores, entre os quais 138 que atendem o mercado externo. As cerca de 1500 diferentes peças, produzidas em todas as regiões brasileiras e enviadas, em 2012, para os mais variados destinos, refletem o trabalho desenvolvido junto aos fornecedores locais. Foi esse trabalho que possibilitou, por exemplo, que o quadro de instrumentos, produzido no interior de São Paulo, seja montado no Duster produzido na Rússia. Da mesma forma que os componentes do Media Nav, do Duster fabricado no Brasil, vêm da Alemanha, Coreia do Sul e China.

Resultado da sinergia entre múltiplas áreas – engenharia, compras e ILN – o abastecimento das plantas, em todo o mundo, é essencial para o desenvolvimento de veículos preparados para o mercado global, trazendo o que há de mais moderno em termos de inovação tecnológica, design e segurança.

Outro ponto de destaque nessa operação de logística é o armazenamento e estoque dos componentes, essencial para a área de Pós-Venda. Afinal, tão importante quanto não parar a linha de montagem é garantir a reposição de peças e o atendimento ao cliente num prazo de tempo adequado. Desta forma, acompanhar o fluxo e o nível dos estoques também faz parte da rotina dos mais de 6 mil profissionais que atuam na área logística da Renault, nos ILN em todo o mundo, contribuindo para que os consumidores tenham, em todos os países, os carros que os engenheiros e designers projetaram.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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