Números do comércio eletrônico animam empreendedores a investirem no negócio
O comércio eletrônico brasileiro está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 20 bilhões, sendo que somente no período do Natal, as vendas pela internet deverão chegar próximas de R$ 4 bilhões. Só para se ter uma ideia, pesquisas mostram que 61% dos consumidores farão alguma compra pela internet no período de 29 de novembro, quando ocorreu a Black Friday, e o Natal.
De olho nessa bolada, muitos empreendedores estão investindo no comércio online. Eu conversei com o diretor da empresa curitibana WebStorm, Eduardo Aguiar, e ele me disse que os negócios envolvendo o desenvolvimento de plataformas para o comércio eletrônico e lojas virtuais vem crescendo a passos largos. No caso específico da sua empresa, enquanto o comércio eletrônico deve fechar 2013 com aumento de 25% nas vendas, a WebStorm crescerá nada menos do que 30%.

Segundo Eduardo Aguiar, muitos empresários, principalmente os de pequeno porte, animados com os números do setor, acham que vender pela internet se resume em comprar uma loja virtual, expor os produtos e esperar que as vendas aconteçam. Mas não é bem assim. É fundamental que haja planejamento, e um cuidado a ser tomado, é com relação à plataforma. Hoje em dia existem muitas opções de plataformas para vendas on-line no mercado. O empresário deve buscar aquela que melhor atenderá o seu tipo de negócio e que permita acompanhar o crescimento.
Outro ponto importante é o serviço oferecido. De acordo com o diretor da WebStorm, o consumidor de internet busca preços, facilidade nas compras, frete grátis e um serviço de entrega eficaz. Se a combinação desses itens funcionar, certamente as vendas crescerão.
Um detalhe importante, é que a internet não separa o grande do pequeno. Por isso, o que vai fazer a diferença são as vantagens competitivas oferecidas.
As cinco categorias de produtos mais vendidos pela internet são: moda e acessórios, eletrodomésticos, cosméticos e perfumaria, informática e livros e revistas.
Na avaliação de Eduardo Aguiar, o crescimento do comércio eletrônico em 2014 deve ficar em 22%, com pequena queda nas vendas nos meses de junho e julho (período da Copa do Mundo).








