Conheça as melhores capitais do Brasil para começar um negócio

mapa-do-brasil-O Sebrae realizou um estudo que mostrou em quais cidades do Brasil os empreendedores conseguem manter os negócios por mais tempo. Através disso, foi possível criar um ranking das capitais brasileiras com as maiores taxas de sobrevivência para os negócios.

Brasília, João Pessoa e São Paulo foram as três mais bem avaliadas segundo o levantamento, seguidas por Belo Horizonte e Maceió. Na contramão das mais bem avaliadas, Rio Branco, Manaus e Recife foram as últimas posicionadas na avaliação realizada em 2013.

Confira o ranking completo:

1. Brasília (DF)

Os negócios em Brasília sobrevivem com taxa de 79,8%. Foram avaliados 9812 negócios  na capital federal, todos criados em 2007.

2. João Pessoa (PB)

João Pessoa apresenta uma taxa de 79,3%, acima da média nacional, mas abaixo da estadual (de 80,5%). A capital paraibana vem se destacando na região nordeste devido a grandes investimentos.

3. São Paulo (SP)

A capital paulista ficou com o 3º lugar no ranking nacional. Foram avaliados 55 mil negócios, onde 77,9%  sobreviveram aos dois primeiros anos de operação.

4. Belo Horizonte (MG)

Em Belo Horizonte a taxa de sobrevivência foi de 77,2%, das 8.841 empresas avaliadas. O índice ficou acima da média nacional, mas abaixo da estadual, que é de 81,5%.

5. Maceió (AL)

Maceió completa o top 5 da lista, com taxa de sobrevivência de 77,1%. Em 2007 foram 1495 empresas, mas a taxa da capital também ficou abaixo da estadual, com 77,9%.

6. Vitória (ES)

Vitória ficou com a sexta posição nacional. A capital capixaba obteve taxa de sobrevivência de 76,5%, ainda inferior a do estado, com 77,1%.

7. Rio de Janeiro (RJ)

O Rio de Janeiro teve taxa de sobrevivência de 72,6%. Pouco mais de 14 mil empresas foram analisadas. A taxa do estado é melhor, de 74%, mas ainda abaixo da região, de 78,2%.

8. Fortaleza (CE)

A capital cearense teve taxa de sobrevivência de 72,2. Foram cerca de 7300 empresas abertas e analisadas pelo levantamento. A taxa média estadual foi de 74,5%.

9. Boa Vista (RR)

A taxa de sobrevivência em Boa Vista foi de 72,1%. Foram analisadas 670 empresas. A taxa de Roraima está acima, com 72,6%.

10. Palmas (TO)

Com 818 empresas abertas, Palmas, no Tocantins, teve taxa de 71%. A média estadual é de 74,1%.

11. Porto Alegre (RS)

Porto Alegre é a primeira capital da região Sul a aparecer no ranking, com taxa de sobrevivência de 71%. A taxa do estado foi de 75,4%.

12. Campo Grande (MS)

Campo Grande teve 2341 empresas abertas em 2007 e a taxa de sobrevivência aos dois primeiros anos foi de 71%, empatada com Palmas e Porto Alegre.

13. Florianópolis (SC)

Florianópolis teve taxa de 69,9%, abaixo da média nacional de 76% e da taxa estadual, que é de 75,8%.

14. Curitiba (PR)

Com quase 6500 empresas analisadas, Curitiba apresentou um a taxa de sobrevivência de 69,7% nos dois primeiros anos. O estado do Paraná teve taxa de 75%.

15. Porto Velho (RO)

Porto Velho apresentou taxa de sobrevivência de 69,2%, com pouco mais de mil empresas avaliadas. A média estadual é de 78%, segundo o levantamento.

16. Aracaju (SE)

A taxa de sobrevivência em Aracaju foi de 68,2%,  contra 70,8% da média de Sergipe. As empresas que mais lutam para sobreviver no mercado
são as de serviços.

17. Natal (RN)

Natal taxa de sobrevivência de 66,7%, segundo o levantamento. As empresas de comércio são as que mais sobrevivem no Rio Grande do Norte, com taxa de 76,8%.

18. Teresina (PI)

Em último lugar na região Nordeste aparece Teresina, no Piaui. A taxa encontrada entre as 1488 empresas analisadas foi de 66,6%. A média estadual é de 74,8%.

19. Belém (PA)

Belém teve a quarta taxa mais alta, chegando a 65,4%. A média estadual foi de 71,5% e as empresas que mais se mantém são as do comércio, com taxa acima dos 76%.

20. Goiânia (GO)

Em Goiânia, a taxa de sobrevivência das pequenas empresas foi de 65%, segundo o estudo. No estado, a taxa encontrada foi de 71,8%.

21. Macapá (AP)

Macapá apresentou taxa de sobrevivência de 63,5%. A taxa é considerada baixa, mas ainda sim é melhor do que a média estadual, de 63%. As empresas que mais sofrem para se manter no mercado no estado são as de construção, com taxa abaixo dos 40%.

22. Cuiabá (MT)

Cuiabá teve taxa de sobrevivência de 61,9%. A taxa apresentou uma enorme diferença quando relacionada com a estadual, de 72,1%.

23. São Luís (MA)

São Luís teve 2619 empresas abertas e 60,4% sobreviveram aos dois primeiros anos de vida. Em todo o estado a taxa é de 68,1%, com melhor resultado para a área de  comércio.

24. Salvador (BA)

Em Salvador, o estudo encontrou a maior diferença entre as taxas do estado e da capital. A Bahia tem taxa de 70,2%, e a capital Salvador , obteve
57,2%. O melhor setor do estado é o comércio.

25. Recife (PE)

A capital pernambucana apresentou uma taxa de de 55,3%,  já o estado de Pernambuco teve uma taxa bem superior, de 66,7%. As empresas que mais sobrevivem no estado são as indústrias.

26. Manaus (AM)

Em Manaus foram criadas 3765 empresas em 2007. A taxa de sobrevivência das pequenas empresas em Manaus foi de 53,5%, e a estadual de 59,5%.

27. Rio Branco (AC)

A capital do Acre apresentou o pior desempenho do ranking, com taxa de 52,3%. Foram abertas 972 empresas que sobreviveram aos dois primeiros anos de vida. No Acre, a taxa média foi de 58,1%.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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