Empresários não devem negligenciar o capital de giro
Na ânsia de abrir um negócio, muitos empreendedores acabam deixando de lado o capital de giro. Mas, este recurso jamais pode ser negligenciado porque é ele que vai permitir que a empresa continue operando nos momentos em que as despesas ultrapassam as receitas. Portanto, ao considerar o dinheiro para investir na abertura ou aquisição de uma empresa, o empresário deve reservar um valor de pelo menos seis meses referente aos seus custos fixos e variáveis e despesas em geral para compor o capital de giro.
Aliás, a falta de capital de giro é apontada como uma das principais causas de mortalidade das empresas. Entender esse conceito e utilizá-lo corretamente é fundamental para não prejudicar a continuidade dos negócios.
O capital de giro é aquele que fica disponível para as necessidades da empresa. Ele compreende a parte investida que fica alocada no estoque, no caixa, nas contas a receber, ou até mesmo no banco. Sua formação se dá a partir das necessidades do mercado consumidor que, por sua vez, não são constantes. Sendo assim, para administrar o capital de giro, o empreendedor deve avaliar qual o melhor momento e método de compra e venda e o que sobra ou falta no caixa. O empresário também jamais deve recorrer a empréstimos para fazer frente ao capital de giro, pois esta atitude achatará a margem de retorno da empresa, vai onerar os produtos e serviços e em muitos casos poderá levar a empresa ao alto endividamento e consequentemente a sua morte.
Portanto, é necessário ter um bom controle de estoque e ficar atento quanto ao desconto de cheques pré-datados e duplicatas, controlando os prazos médios de recebimento e de pagamentos. Dessa forma, o empresário não terá surpresas desagradáveis quando o assunto for capital de giro.








