Algumas medidas se tomadas de forma integrada podem solucionar problema de fluxo de caixa
Um dos maiores problemas encontrados pelas empresas que passam por dificuldades de curto prazo é o fluxo de caixa. Vários motivos são apontados para justificar essa adversidade. Entre eles estão a má gestão, incapacidade de acompanhar o mercado, competição intensa, sucessão familiar mal planejada, ineficácia de controles gerenciais e falta de foco do negócio.
Independentemente da empresa, ou do tamanho do problema a pergunta que os empresários sempre fazem é a mesma. Ou seja: que medidas devem ser tomadas para sanar o fluxo de caixa? Para o consultorBenjamin Yung, a resposta para essa questão não envolve apenas uma ação isolada, mas uma estratégia complexa, que abrange um plano para recuperar e reestruturar o caixa.
O primeiro passo que o empresário deve tomar, segundo Yung, é criar juntamente com a equipe de gestão um plano de ação emergencial, que pode levar de 30 a 90 dias. É durante esse período crítico que as estratégias visando o equilíbrio financeiro serão desenvolvidas.
É necessário também que o empresário aumente as fontes de geração de receitas do seu estabelecimento, além de reduzir ao máximo todos os custos e despesas. Nessa fase de recuperação, entre as medidas que devem ser adotadas estão a liquidação de estoques, o aperfeiçoamento do contas a receber e, inclusive, a possibilidade da venda de ativos.
Outra medida crucial envolve a gestão diária de pagamentos, dando prioridade aos fornecedores de matéria-prima, pois eles contribuem diretamente com as receitas. Adicionalmente, também haverá necessidade de negociar com os demais credores, assegurando o pagamento futuro das dívidas.
Se essas medidas forem tomadas de forma integrada, certamente conseguirão trazer estabilidade ao fluxo de caixa, já no curto prazo.








