Copa muda perfil de consumo do turista estrangeiro no Brasil

cartão- compraO gasto médio dos estrangeiros em cada compra caiu 7,2% durante a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 na comparação com os cinco primeiros meses do ano. Os turistas que visitaram o país de janeiro a maio gastaram, em média, R$ 260 por compra, enquanto aqueles que vieram para o torneio registraram um ticket médio de R$ 241. Os dados são da Cielo, credenciadora líder na América Latina, e consideram todo o volume gasto por estrangeiros no país de 12 de junho a 8 de julho. “A queda está diretamente relacionada ao foco dos gastos. Bares e Restaurantes, setor em que tradicionalmente o ticket médio é menor, foi o que mais concentrou gastos de estrangeiros durante a Copa do Mundo, representando 38 de cada 100 compras feitas no país”, afirma Gabriel Mariotto, gerente da área de Inteligência da Cielo.

Os holandeses registraram o maior ticket médio durante os jogos. Eles gastaram R$ 446 em cada compra. Logo atrás deles estão outros europeus: os suíços desembolsaram, em média, R$ 416 por compra no comércio brasileiro. Na outra ponta da lista, os precocemente eliminados espanhóis gastaram R$ 174 em cada compra feita no Brasil, deixando os argentinos na lanterna, com uma média de R$ 127.

A diversificação geográfica de gastos de turistas estrangeiros foi um dos legados da Copa do Mundo no Brasil. Foi observada uma tendência de alta nesse indicador em praticamente todas as cidades-sede dos jogos na comparação com o mesmo período de 2013. A exceção fica por conta do Rio de Janeiro e de São Paulo, que tradicionalmente recebem a maior parte dos gastos de estrangeiros e tiveram queda no percentual de participação.

As duas cidades concentraram 66,8% dos gastos de turistas de fora do país durante a Copa. Esse percentual é menor em 12,4 pontos percentuais se comparado com o mesmo período de 2013, quando ambas as cidades representavam, juntas, 79,2% de todo o volume de pagamentos de turistas de outros países.

Atrás de Rio e São Paulo, Brasília concentrou 5,7% dos gastos de turistas internacionais na Copa, seguida de Salvador (4,7%) e Belo Horizonte (4,2%). No fim do ranking está Cuiabá, com 1,2% de participação. Ainda assim, a capital do Mato Grosso triplicou seu desempenho em relação a 2013, quando, no mesmo período, obteve 0,4% de participação em gastos de turistas estrangeiros no Brasil.

Os norte-americanos foram os que tiveram maior participação no total dos gastos de estrangeiros: de cada R$ 100 em compras no país, R$ 25 vieram de turistas dos Estados Unidos. Em seguida vêm Reino Unido e Argentina, com 5,8% e 5,2% de participação, respectivamente.

Colombianos, mexicanos e chilenos, cujos gastos em cartão foram inexpressivos no Brasil durante os cincos primeiros meses de 2014, contribuíram em peso para as vendas do varejo brasileiro durante a Copa. Os turistas da Colômbia foram responsáveis por 4,7% do total gasto por estrangeiros no período, seguidos de perto pelos visitantes do México, com 4,4% de participação. Já os chilenos responderam por 3,1% dos gastos estrangeiros.

A diversificação geográfica de gastos de turistas estrangeiros foi um dos legados da Copa do Mundo no Brasil. Foi observada uma tendência de alta nesse indicador em praticamente todas as cidades-sede dos jogos na comparação com o mesmo período de 2013. A exceção fica por conta do Rio de Janeiro e de São Paulo, que tradicionalmente recebem a maior parte dos gastos de estrangeiros e tiveram queda no percentual de participação.

As duas cidades concentraram 66,8% dos gastos de turistas de fora do país durante a Copa. Esse percentual é menor em 12,4 pontos percentuais se comparado com o mesmo período de 2013, quando ambas as cidades representavam, juntas, 79,2% de todo o volume de pagamentos de turistas de outros países.

Atrás de Rio e São Paulo, Brasília concentrou 5,7% dos gastos de turistas internacionais na Copa, seguida de Salvador (4,7%) e Belo Horizonte (4,2%). No fim do ranking está Cuiabá, com 1,2% de participação. Ainda assim, a capital do Mato Grosso triplicou seu desempenho em relação a 2013, quando, no mesmo período, obteve 0,4% de participação em gastos de turistas estrangeiros no Brasil.

Gráfico - gastos - países

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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