Pequenos e médios negócios são os que mais sofrem com os furtos
Pequenos furtos podem parecer crimes insignificantes aos olhos de um malandro. Entretanto, para as pequenas empresas, que lutam para sobreviver, qualquer furto se torna um assassinato nas suas contas.
Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar), em parceria com a Nielsen e o Sebrae, mostra que quem mais sofre prejuízos com os furtos, hoje, é o pequeno e médio varejista. De acordo com a pesquisa, as pequenas e médias empresas perdem de 3 a 10 vezes mais que o grande varejo, dependendo do segmento de atuação. E alguns estudos constataram que, de cada cem empresas consultadas, apenas 28 possuem uma área específica de prevenção de perdas. Ou seja, a maioria dos negócios não planeja ações para reduzir as consequências de uma das principais causas de prejuízo para o negócio. E o mais preocupante ainda é que nem sequer realizam medições do que perdem com furtos internos e externos.
Independente do momento de aperto financeiro que as empresas estão enfrentando, é necessário planejar e investir na eficiência operacional e na prevenção de perdas para evitar maiores prejuízos e sobreviver às dificuldades.
Neste sentido, tecnologias como câmeras, etiquetas rígidas ou adesivas, ou antenas antifurto instaladas nas portas das lojas, não devem ser consideradas pelos empresários como mais um custo, mas sim um investimento e uma forma estratégica de manter a rentabilidade da empresa e conseguir enxergar claramente seus lucros. Outro ponto positivo do uso de equipamentos, é que além de diminuir o número de furtos, facilita a rotina do estabelecimento comercial e mantém os vendedores voltados especificamente para o atendimento ao cliente. Ou seja, o resultado é mais vendas e menos perdas.
Já o retorno do investimento com equipamentos de segurança se dá no período de seis meses a no máximo dois anos.








