Planejamento, informação e ousadia serão itens fundamentais para que os empresários enfrentem o difícil ano de 2015
2014 chega ao fim. O ano que começou com grandes expectativas por parte do empresariado, principalmente pela realização da Copa do Mundo, que prometia bons negócios, acabou em pesadelo para a maior parte dos segmentos econômicos. 2015 já começa com a previsão de que será um ano duro, e os próprios empresários admitem que precisarão trabalhar dobrado para atingir metas compatíveis com seus custos. E muitos deles já preparam cortes.
Mas também é hora de fazer valer o velho ditado de que é em tempos de dificuldade que se devem aproveitar as oportunidades. Ou seja, será preciso aproveitar todas as brechas para crescer. É hora, portanto, de se mobilizar, buscar informações, planejar e acima de tudo ser ousado.
O impacto dos resultados de 2014 recomenda que se deixem de lado as preocupações de longo prazo e os métodos supostamente inovadores de medição do intangível. Em 2015 as organizações precisarão, mais do que nunca, ter o foco em resultados concretos e se destacar em relação aos seus concorrentes.
Aliás, a existência de concorrentes é um fato lembrado quase que exclusivamente quando a empresa perde clientes para a concorrência. No entanto, um posicionamento forte de mercado depende de se considerar o ambiente concorrencial continuamente. Para isso, é fundamental conhecer e monitorar a posição dos concorrentes.
Um ponto importante que não deve ser esquecido é que parte do valor de uma empresa é determinado a partir da imagem que os seus clientes têm dela. Por isso, no momento de apertar os cintos é necessário investir nas vantagens de um relacionamento estrategicamente planejado com o objetivo de conquistar aliados para a marca.
No tocante ao crédito, 2015 também promete ser um ano duro. A estratégia, principalmente, para as micro e pequenas empresas é evitar o endividamento.








