Carnaval deve injetar R$ 6,6 bilhões à economia
O setor hoteleiro está otimista com a proximidade do Carnaval. A expectativa é de que a economia seja bastante aquecida com o movimento de turistas nas principais cidades onde a festa é tradicional. Segundo levantamento do Ministério do Turismo, 6,8 milhões de turistas devem circular pelo país nos dias de Carnaval. De acordo com levantamento feito pela MalaPronta.com, empresa que mais cresce no mercado de turismo online, o movimento vem crescendo bastante nos últimos dias. Na média, as reservas para as cidades tidas como carnavalescas ultrapassa os 60%, mas em algumas cidades já beira 100%. “Acreditamos que a procura deve aumentar ainda mais nos próximos dias, com a proximidade do Carnaval. Mas quem não se apressar corre o risco de não conseguir vaga nos principais destinos do país”, alerta Leandro Carvalho, CEO e gerente geral da MalaPronta.com.
O otimismo do setor vem das reservas feitas para os hotéis nas cidades mais badaladas. O Rio de Janeiro, por exemplo, é considerado o principal destino no Carnaval brasileiro. Neste ano, a festa será marcada pela comemoração de 450 anos da cidade maravilhosa. Cerca de 60% dos leitos de hotéis já estão reservados na cidade, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.
Já a capital da Bahia irá comemorar os 30 anos do axé music. Lá, a taxa de reservas é ainda maior: 71% dos leitos disponíveis, e a expectativa é de que a ocupação em Salvador chegue a 85% nos dias de folia. Na também baiana Porto Seguro, a ocupação já está em quase 100%. Recife e Fortaleza também são destinos bastante procurados e, segundo a ABIH, devem registrar ocupação superior a 70% no Carnaval, número que é 10% superior ao movimento registrado no ano passado.
O Ministério do Turismo estima que os 6,8 milhões de turistas deverão injetar cerca de R$ 6,6 bilhões à economia do país. Os dias de Carnaval trazem um incremento importante à indústria do turismo, representando 3% do que é anualmente gerado pelo setor. O número de turistas esperado neste ano é 12% maior que o registrado no ano passado.








