Primeiro dia da FIPPPA 2015 destaca a aliança das pesquisas com o dia a dia da indústria

A busca pelo conhecimento teve destaque no primeiro dia da Feira Internacional de Produção e Processamento de Proteína Animal – FIPPPA 2015. Desde cedo, os auditórios contaram com públicos específicos e interessados nos mais diversos modos de garantir a produtividade e também a segurança no trabalho, como o “I Seminário de Políticas Públicas para o Desenvolvimento das Cadeias de Proteína Animal”, que contou com apresentações de João Fagundes Salomão, coordenador-geral de Pecuária da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura; Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS); Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo do Sindirações; e Fernando Pereira, presidente da Agroceres.
“O Seminário de Políticas Públicas abriu diálogo entre produtores, indústrias e governo e irá contribuir com o desenvolvimento setorial através das discussões de políticas públicas de apoio à proteína animal brasileira decorridas no evento”, destaca o coordenador do painel , Fabiano Coser.
Buscando a evolução e a saúde das produções, toda a atenção é pouca. Os produtores e os industriais precisam estar atentos para mudanças e possíveis empecilhos e problemas mais sérios, como fraudes e adulterações. Neste mercado, o engenheiro e gerente de Tecnologia Industrial da FOSS, Ricardo Belló, aponta que eventos como a FIPPPA 2015 são de alta prioridade para a empresa, já que aqui estão em contato com universidades e indústrias, conhecendo não só as necessidades, mas também quais tecnologias já estão disponíveis no Brasil ou no mundo que possam supri-las.
A empresa apresentou na feira uma palestra sobre adulterações em leites e laticínios, que destaca resultados de maneira econômica e rápida: apenas 30 segundos. Hoje, 85% do leite produzido no mundo passa pela vistoria das tecnologias produzidas pela FOSS.
Rael Larini, diretor-comercial da RGO, palestrou sobre os benefícios da automação e mecanização no abate de suínos e reforça a necessidade de tecnologias inovadoras em processamento e em ecopreservação. “Queremos levar mais eficiência para a planta, aliada com a conservação da natureza”, destaca, sobre os fatores que considera importantes para o desenvolvimento da indústria e a sua sustentabilidade futura.
A questão da iluminação dos aviários também esteve em discussão, com Rogério Torres Seber, engenheiro e sócio da EXV Tecnologia, expondo os benefícios que a iluminação de LED traz ao agronegócio: eficiência, pouco consumo de energia e possibilidades de manipulação que deixe a luz mais adequada para as aves.
Crédito da foto – Marcelo Elias








