Empresa paranaense negocia mais de R$ 50 milhões em ativos com modelo inovador que preza a sustentabilidade

Marcio Léo Danielewicz
Marcio Léo Danielewicz

Incentivar a reutilização de bens móveis, diminuindo o espaço utilizado no pátio das empresas com ativos industriais (desde máquinas e veículos até sucatas). Esse é o modelo de negócio inovador idealizado pela Central de Materiais, com sede em Campo Largo (PR). Fundada em 2011, somente no ano passado a empresa administrou a venda de 30 mil toneladas de resíduos para reciclagem que estavam parados. Agora a grande novidade é a abertura do negócio para o sistema de franquias.

“Trabalhamos com multicanais para compra e venda de ativos, atuando desde a avaliação da mercadoria até o acompanhamento do transporte, com total transparência no preço de negociação. Para conseguir a mesma qualidade de atendimento nas várias cidades em que temos clientes, optamos pela abertura de franquias”, explica o fundador da empresa, Marcio Léo Danielewicz. A previsão é abrir 70 unidades de microfranquias nas regiões Sul e Sudeste dentro de três anos, com algumas possibilidades também no Nordeste.

Com comissão sobre resultados, em 2014, a Central de Materiais faturou R$ 2,5 milhões na venda de ativos. Entre os clientes estão Votorantim Cimentos, ALL, Eternit, Belagrícola, BBM Transportes, Fertipar, Terminal de Contêineres de Paranaguá e Construtora Triunfo. Como exemplo dos produtos comercializados estão materiais ferroviários e industriais obsoletos ou desgastados, máquinas que necessitam ser desmobilizadas ao final de obras, como escavadeiras, tratores e caminhões, que gerariam altos custos logísticos para serem realocadas, veículos em desuso e resíduos de ferro, plástico e papelão.

A solução é completa porque libera espaço no pátio das empresas, evita depreciação dos equipamentos, a compra é realizada à vista e em curto prazo de negociação, o transporte é responsabilidade do comprador, além da grande vantagem para o meio ambiente, incentivando a sustentabilidade.

A ideia da franquia surgiu para poder personalizar o atendimento em outras regiões, gerando mais negócios com a mesma qualidade de atendimento. O investimento inicial para abertura de franquias é R$ 70 mil. O trabalho poderá ser desenvolvido no esquema home office, com todo o suporte fornecido pela central paranaense. O modelo permite autonomia no desenvolvimento da carteira de clientes, com todo apoio na cotação dos produtos incluindo venda direta através de atendimento comercial ativo, canais de internet, anúncios e leilão online.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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