Cor da logo ajuda a construir um negócio e aumentar vendas

logo - coresDe uma forma geral, as empresas sabem quais as cores que vendem e as cores que devem ser evitadas. Ou seja, as cores podem ajudar a construir um negócio. Estudos apontam que 85% dos consumidores citam a cor como a principal razão por terem comprado determinado produto e 80% afirmam que as cores fortalecem o reconhecimento da marca.

Por isso, os empresários devem estudar muito bem as cores da logo de seus estabelecimentos e analisarem se elas realmente estão correspondendo. O vermelho, por exemplo, é uma cor intensa e é reconhecida por despertar o apetite e energia nas pessoas.

O verde representa vida e renovação. É uma cor calmante e repousante, mas também pode representar ciúme e inexperiência. O verde é utilizado por empresas que pretendem retratar a si próprias como ecologicamente conscientes.

O laranja é divertido, e jovial. É menos intenso do que o vermelho, mas ainda assim possui um enorme poder de impacto. Esta cor é frequentemente empregada em logotipos para criar um ar lúdico, estimular emoções e até mesmo apetite.

O amarelo é brilhante e altamente visível, e é por isso que é encontrado em diversos sinais rodoviários. Esta cor atrai os olhos e (em pequenas doses) estimulam os nervos. O uso do amarelo brilhante em grandes áreas aumenta os níveis de ansiedade em 45 segundos e também sobe a pressão arterial rapidamente. É utilizado em áreas pequenas provocando as pessoas a tomarem decisões espontâneas e a comprarem por impulso. O amarelo é frequentemente utilizado no design de logotipo para obter atenção, criar alegria e cordialidade.

A cor azul é calmante e pode evocar imagens de autoridade, sucesso e segurança. A grande maioria das pessoas pode dizer que gosta, pelo menos, de um tom de azul, que é a cor mais popular no design de logotipos.

O preto é uma cor poderosa e evoca autoridade, ousadia, elegância e tradição. A cor negra pode ser encontrada em muitos logotipos para alcançar ousadia, simplicidade e sofisticação.

Já o branco é a cor universal da paz e da pureza. Muitas vezes pode ser encontrada invertida em logotipos como texto ou espaço negativo.

A cor rosa é feminina que evoca sentimentos de inocência e delicadeza e é também amplamente associada com a conscientização sobre o câncer de mama. É frequentemente utilizada em logotipos para adicionar um toque feminino.

O roxo é a combinação de vermelho e azul, que tem propriedades tanto quentes quanto frias. A cor roxa pode ser encontrada em muitos logotipos ligados à educação e relacionadas a produtos de luxo e implica em realeza, mistério, espiritualidade e sofisticação.

Cinza ou prata: representa autoridade, mentalidade corporativa, embotamento, humildade, melancolia, praticidade, respeito e estabilidade. Cinza fica em algum lugar entre preto e branco. De um ponto de vista moral, é a área entre o bem e o mal. As variações de cinzas são também conhecidos como neutros e frios. Cinza é frequentemente utilizado para o tipo (letras) de logotipos, pois é neutra e funciona bem com a maioria das outras cores.

Finalmente, o marrom indica natureza, folclore e utilidade. Brown é usado em logotipos relacionados com a construção civil e a área jurídica, onde se deseja simplicidade, cordialidade e neutralidade.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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