Empresa investe em negociações diferenciadas para fechar novos negócios

Diversos segmentos do mercado sofreram no último semestre um abalo financeiro visto a retração da economia no país. Porém, dentro do setor de arquitetura e decoração, algumas empresas procuraram evitar o corte de investimentos buscando novas formas e possibilidades para fechar novos negócios. A Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Paraná (AsBEA-PR), por exemplo, aconselha os profissionais do setor que busquem novas oportunidades. Segundo o seu presidente e arquiteto especializado em corporativos, Keiro Yamawaki, “mesmo com o mercado acomodado, existem ainda muitas possibilidades e as empresas já estão aproveitando essas oportunidades”.
Para Yamawaki, uma alternativa é a diversificação de negócios, entre projetos comerciais, industriais e varejo, por exemplo, que podem geram novas demandas, e até mesmo com reformas, visto que muitas vezes o cliente não pode investir em um projeto novo, mas pode reformar.
“As empresas e escritórios precisam se adaptar ao novo cenário”, aconselha Yamawaki. Dentro do mercado de mobiliário corporativo, a marca paranaense Tecnoflex apostou no diferencial para enfrentar a desaceleração econômica. “A Tecnoflex enxergou que na crise surgem oportunidades, e é isso que estamos buscando.
As grandes empresas continuam comprando, e nessa época as negociações estão diferenciadas, e ninguém está podendo errar. Nesse quesito somos muito fortes”, explica Gustavo Duarte, gerente do showroom em Curitiba. “O fato de a empresa ser paranaense com 30 anos de mercado ajuda muito, pois a Tecnoflex é uma marca consolidada”, ratifica o gerente.








