Concorrência: como enfrentar e sair vitorioso com ética
Muitos empresários encaram a concorrência como uma ameaça aos seus negócios e que, portanto, deve ser eliminada para que a sua empresa possa trabalhar tranquilamente. Já para o consumidor, quanto mais forem as empresas concorrentes, mais serão as chances de encontrar novos produtos e preços diferenciados.
E é aí que vem a dúvida: o concorrente é mesmo uma ameaça ou, ao contrário, é uma oportunidade? A verdade é que a concorrência carrega consigo um fardo injusto, porque ela faz bem, atrai mais mercados, mas tira o empresário da zona de conforto.
Por isso, ao invés de encarar a concorrência como um exército inimigo, os empresários devem analisá-la sob um ponto de vista mais racional e conhecer alguns pontos considerados fundamentais. O primeiro deles é saber quem é o seu público alvo. Isso envolve saber quem se busca como cliente e qual o seu alcance. A localização também influencia nessa questão. Por exemplo: uma mercearia de bairro tem um perfil de concorrência diferente de uma mercearia num local de grande fluxo de pessoas.
Entendidas essas questões, o empresário deve partir para o segundo ponto que é visitar a concorrência, consumindo seus produtos e serviços, e se fazendo as vezes de cliente oculto. Nessas ocasiões, é importante aproveitar para analisar o atendimento, espaço físico, equipamentos e meios de fidelização utilizados pelos concorrentes. Só conhecendo o que está sendo oferecido ao cliente é que a empresa poderá se diferenciar, fugindo da guerra de preços.
Por último, o respeito é essencial. Mas também é importante saber se impor frente aos concorrentes inescrupulosos e predatórios. Nesse caso, os empresários devem equilibrar uma postura ética com iniciativas mais combativas. Agora, acima de tudo, os empresários devem entender que a concorrência é formada por outros empreendedores que também estão apenas buscando um lugar ao sol para suas empresas.








