Marca social MOKO inaugura primeira loja em Curitiba

MOKOUm espaço para pensar e consumir de forma diferente. Essa é a proposta da primeira loja física da MOKO, marca de camisetas notória pelos trabalhos sociais realizados em Curitiba. Ela será inaugurada neste domingo, dia 17 de julho, na Rua Trajano Reis, 120, São Francisco. E terá como maior diferencial o fato de todo lucro gerado pelo espaço ser destinado a aumentar o impacto social dos projetos das marcas.

A ideia da loja também é promover o cenário autoral curitibano com a junção de diferentes marcas de moda, arte e design que contam uma história, incluindo Jacu, Veine, Stitch, Bonfim Bike, Woodskull, Afra Natureza, Verdólatras, Mr. Tata e Tudo de Papel. Os produtos vão de vestuário, objetos de decoração, papelaria a acessórios, e variam de R$ 20 a R$ 400.

Segundo o empresário e fundador Fernando Kuwahara, com o crescimento da MOKO, sentiu-se a necessidade de um espaço físico para contato mais próximo com os consumidores. “Como é uma empresa social e preocupada com questões que vão além de olhar para o próprio umbigo, decidimos convidar marcas parceiras que também têm essa necessidade, para levá-las de encontro aos consumidores.” Todos os produtos passam por uma curadoria e têm como critérios principais serem locais e autorais.

MOKO2Desde a fundação da MOKO, em novembro de 2014, mais de 20 projetos junto a instituições de caridade já foram beneficiados, e o objetivo é fechar este ano com um total de 50 projetos. Entre as instituições atendidas estão Pequeno Cotolengo, Encontro com Deus, Lar Moises, Passos da Criança, Lar Hermínia Scheleder, Francisco Bertoncello, Fundação Iniciativa, ASID, Casa do Pai, Borda Viva, Lar Lisa e Projeto Criativos pelo Haiti.

Com duas marcas em seu portfólio (MOKO e DOIS by MOKO), a empresa social foi lançada em novembro de 2014 por um grupo de amigos que, além do interesse pela moda, tinham como missão a criação de uma empresa social, um conceito razoavelmente novo de empresa. Ela trabalha com dois modelos. O primeiro é no formato compre um doe um, onde para cada camiseta vendida outra é doada para instituições/comunidades (em produto ou em valor). Nesse contexto, mais de 3500 camisetas já foram distribuídas.

O segundo é um sistema inovador de multiplicação de recursos, onde o ponto de partida é dado com o investimento realizado por um patrocinador. Geralmente, são empresas interessadas em contribuir com alguma causa social. A MOKO absorve este recurso e produz um lote de camisetas para uma instituição de caridade. A partir daí, se inicia um ciclo no qual, com a venda das camisetas, parte do valor é repassada para o projeto e todo o lucro é reinvestido em novos lotes. E assim, sucessivamente.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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