Nova franquia de coworking e escritório virtual, busca franqueados em Curitiba

Compartilhar espaços de trabalho – tendência batizada de coworking – ou fazer uso de escritórios inteligentes ou virtuais são realidade nas grandes cidades brasileiras. É um mercado que vem crescendo e se popularizando – certeza que moveu a My Place Office e lançar-se no mercado em 2015 para oferecer qualidade em serviços em endereços que trazem prestígio a negócios dos mais variados segmentos. E para marcar presença nas principais cidades brasileiras, a empresa escolheu expandir-se por meio de franquias.

A My Place Office oferece aos clientes ambientes de trabalho sempre em endereços considerados nobres. É possível utilizar tais espaços para registrar empresas, como endereço de divulgação, usufruir de serviços como atendimento telefônico – incluindo o fornecimento de números exclusivos; gestão de correspondência; salas comerciais e de reunião; equipe de recepção, manutenção e limpeza e serviço de café, entre outros. “O cliente não se preocupa com segurança, IPTU, condomínio, energia elétrica e Internet”, explica o diretor da franquia, Frederico Loriggio. “Pode focar-se apenas em seu negócio, deixando esta rotina para nós”.
Por que Curitiba? – Segundo pesquisa divulgada pela Endeavor no final de 2016, Curitiba é a 15ª melhor cidade brasileira para empreender. A capital paranaense tem um bom mercado consumidor e ainda é lembrada quando se fala em qualidade de vida. “Não há dúvidas de que o My Place Office se enquadra bem na dinâmica desta importante cidade”, justifica o diretor Frederico Loriggio.

Para o franqueado, Loriggio garante que se trata de um negócio que veio para ficar. O investimento é baixo – a partir de R$ 120 mil – de fácil operação e excelente rentabilidade. “O franqueado administrará um espaço compartilhado entre empresas. Ele receberá tanto empresas que locarão salas, de maneira permanente, até profissionais que trabalharão em coworking, algumas vezes por semana. Outros locarão salas para reunião, enquanto algumas empresas utilizarão o endereço apenas para receber correspondências e telefonemas, como escritório virtual. Para gerir adequadamente o espaço, receberá todo o treinamento e suporte da franqueadora”, explica. “O retorno do investimento acontece entre dez e 18 meses”.

É fundamental que o ponto comercial seja um escritório entre 70 m2 e 200 m2 nos principais endereços comerciais da cidade. O imóvel deve ser bem localizado, próximo a estações de trem ou metrô e ter fácil acesso por ônibus, além de estacionamento próprio ou conveniado. “O ponto de equilíbrio é alcançado rapidamente, entre quatro e seis meses, e a lucratividade é bastante alta, já que os custos operacionais são baixos. Temos unidades – já são 11 no total, entre próprias e franqueadas, em que se alcança 40% de lucratividade, com 25% a 35% líquidos”, finaliza o diretor.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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