Falhas na comunicação são responsáveis por 80% dos problemas que ocorrem nas empresas

No mundo dos negócios, a comunicação é um requisito fundamental para a tomada de decisões. Entretanto, estudos recentes apontam que 80% dos problemas corporativos são provenientes de falhas na comunicação. Agora, os empresários, executivos, gerentes e principalmente, os vendedores devem estar conscientes que uma boa comunicação não significa que se deve falar sem parar, mas ouvir o que o outro lado tem para dizer.
Eu conversei com a escritora paranaense Cléo Busatto, que está lançando o livro Como vender bem – A arte de se comunicar contando histórias – e ela reconhece que existem muitas falhas na comunicação empresarial. Por exemplo, a maioria dos vendedores não trabalha com a verdade a ponto de dizer para um consumidor que determinada cor ou a roupa que escolheu não lhe cai bem. No telemarketing as pessoas apenas repetem o que está escrito no papel e não são treinadas para situações que fogem do roteiro tradicional. Acontece que se o profissional não tem domínio da sua área, dificilmente conseguirá fechar uma boa venda.
Segundo Cléo Busatto, também não basta conhecer a fundo a sua área de trabalho e falar sobre ela, pois as pessoas são muito mais do que palavras soltas. Para envolver um cliente é preciso saber contar uma história e o sucesso dependerá da capacidade de articulação dos pensamentos numa atmosfera por meio do corpo e da voz. É isso que ela aborda no seu livro.
Nos últimos cinco anos, Cléo Busatto contou histórias para mais de 100 mil pessoas em todo o Brasil e até no exterior, e como especialista e mediadora de projetos sobre oralidade, leitura e literatura, formou mais de 50 mil pessoas. A escritora me disse que a comunicação corporativa deve ser mais trabalhada e os empresários têm que saber ouvir os seus clientes e colaboradores. Ela reconhece que a vida hoje é marcada pela pressa, mas é preciso calar e ouvir, e ouvir principalmente histórias.
No livro Como vender bem – A arte de se comunicar contando histórias, a autora apresenta dez caminhos e leva o leitor para uma viagem de transformação que passa por pontos como comunicação, corpo, linguagem, ritmo e voz. No decorrer da trajetória, o leitor é provocado a imaginar e criar um personagem. Ou vários personagens. A abordagem clara permite que o texto de Cléo Busatto se adapte a todas as pessoas, independente da profissão ou da sua trajetória pessoal.








