Antes de fazer o planejamento dos negócios para 2018, é importante analisar fraquezas e oportunidades enfrentadas pelas empresas este ano

O ano está terminando e muitos empresários estão se questionando neste momento sobre o que devem fazer para que sua empresa cresça ou pelo menos se mantenha competitiva no mercado em 2018. Alguns têm dúvida se vão aumentar o faturamento por meio da oferta de novos produtos ou serviços para os atuais clientes ou vão buscar novos clientes. E tem empresário que depois de três anos de grande aperto financeiro está pensando na possibilidade de trabalhar em novos mercados.

A verdade é que independentemente da estratégia escolhida para garantir o desenvolvimento e o consequente crescimento do negócio no próximo ano, a primeira medida a ser tomada é fazer um bom planejamento. Antes, porém, é importante refletir com toda a equipe de trabalho sobre quais foram as principais razões para o sucesso das metas alcançadas e quais os aprendizados dos objetivos não atingidos. Neste último caso, é fundamental elaborar um plano de ação para não repetir os mesmos erros cometidos este ano, em 2018.

Uma coisa certa, é que as forças e as fraquezas de um negócio estão sobre total domínio da empresa, ou seja, depende somente do empresário e de sua equipe para mantê-las ou modificá-las. No caso das forças, elas representam os pontos fortes do negócio.  Já as fraquezas são aqueles pontos em que há oportunidade de melhorar. Como por exemplo, localização da empresa, recursos físicos e tecnológicos, equipe de colaboradores, marca ou patente, produtos ou serviços oferecidos, carteira de clientes e capital de giro, entre outros.

Em contrapartida, as oportunidades e as ameaças não estão sob o domínio da empresa. Elas são fatores externos ao negócio. No caso das oportunidades, elas são a mola propulsora ao crescimento e desenvolvimento do negócio. Por outro lado, as ameaças são os fatores que impedem o crescimento da empresa ou até mesmo podem provocar a sua falência. E aí podemos citar como exemplos as taxas de juros, câmbio, comportamento do consumidor e a tão temida concorrência.

Depois de fazer uma análise desses itens, o próximo passo é descrever com o apoio da equipe, pelo menos, cinco forças e cinco fraquezas e, em seguida, apontar, no mínimo, três oportunidades e três ameaças. Quanto mais pontos forem mencionados, mais rica ficará a análise da empresa.

Com esta simples tarefa, já se terá uma visão clara das forças e fraquezas do negócio, além das oportunidades e ameaças que o mercado oferece. E daí, então só faltará estabelecer os objetivos para 2018 e verificar quais deles são possíveis de serem alcançados e de qual maneira isto será feito.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *