Mercado de coworking continua crescendo, mas antes de alugar um espaço compartilhado para trabalhar é fundamental pesquisar preços

Um mercado que vem crescendo, mesmo em meio à crise, é o de coworking, que nada mais é do que o compartilhamento de espaços de trabalho. Nos últimos dois anos, o número de escritórios compartilhados cresceu 52% e de acordo com o último censo Coworking Brasil já chegam a quase 400. O Paraná é hoje o terceiro estado com mais coworkings do Brasil, com 69 espaços compartilhados de trabalho, ficando atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Já Curitiba é a quarta cidade brasileira com mais coworkings, somando 44 unidades, perdendo para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

O próprio Sebrae admite que essa é uma tendência cada vez mais forte entre empresários interessados em oferecer soluções funcionais para seu público. Ou seja, os coworkings oferecem toda a infraestrutura para a empresa realizar suas atividades, sem contar que foram criados exatamente para se adequarem aos mais variados usos do espaço, de acordo com a rotina de quem frequenta. Os coworkings abrem todos os dias, a maioria até nos finais de semana, e há até aqueles que operam 24 horas por dia, o que é um facilitador para qualquer tipo de negócio.

As regras de uso e convivência variam bastante de espaço para espaço. Por isso, é sempre recomendável que o cliente escolha aquele que se encaixa melhor às suas necessidades. Existem ainda modelos criados exatamente para quem é do varejo, com a oferta de uma estrutura diferenciada e programada para esse perfil, que conta até com uma equipe de vendas disponível no local.

Quanto ao preço, há grandes variações conforme constatei numa pesquisa eu fiz. Por isso, eu recomendo que antes de escolher um coworking é fundamental pesquisar preços. Em Curitiba, é possível contratar um espaço compartilhado a partir de R$ 6,50 a hora, mas dependendo do coworking, o preço por hora pode chegar a R$ 30. Se a opção for por um contrato mensal, o aluguel de apenas uma mesa de trabalho em área coletiva fica em média por R$ 200 se for meio período, ou R$ 300 para o horário comercial. Se o empresário optar por uma sala para duas ou até 10 pessoas, o custo varia de R$ 650 a R$ 1.600.

Conforme eu pude constatar na minha pesquisa, a variação de valor se dá conforme o período de contrato, que pode ser de 12 meses, seis meses, três meses ou então diário. Na maioria dos coworkings estão inclusos os serviços de secretária, limpeza e estacionamento. Alguns ambientes dispõem de salas de reuniões alugadas por hora e de anfiteatro para eventos. Uma sala de palestras para 35 pessoas custa em média R$ 130, para o período de três horas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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