Maioria dos brasileiros pretende acompanhar Copa

Mais da metade da população brasileira (75%) pretende acompanhar os jogos da Copa do Mundo da Rússia. A pesquisa Estação Rússia, realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com o IBOPE Repucom, mostra que 39% dos brasileiros pretendem acompanhar somente os jogos do Brasil, 19% querem acompanhar o máximo de jogos que puderem, de todas as seleções, e 17% pretendem acompanhar só alguns jogos, independente de qual seleção estiver jogando. Há ainda 25% que dizem que não pretendem acompanhar a Copa de 2018, sobretudo as mulheres e os menos escolarizados.

Apesar do desejo de acompanhar a competição da maioria, o clima de Copa ainda não pegou. Para medir o interesse dos brasileiros pelos jogos, o estudo Estação Rússia 2018 também solicitou aos entrevistados que indicassem em um termômetro o seu grau de envolvimento com o torneio. As temperaturas mais frias (“frio”, “muito frio” ou “gelado”), mesmo ainda citadas pela maior parte dos brasileiros (40%), diminuíram em relação à pesquisa de março (49%). Desses, 19% dizem que em seu termômetro a temperatura está gelada, o nível mais baixo de envolvimento com o evento (eram 27% em março). Outros 25% apontam a temperatura “morna” como a mais adequada para medir seu envolvimento com a competição (24% em março) e 31% declaram que o seu envolvimento com o evento é “quente”, “muito quente” ou “fervendo” (eram 24% no mês anterior), registrando uma variação de 29% no aumento dos mais interessados pelo evento em relação à rodada de março.

 

Em relação aos sentimentos para o torneio, os mais citados são positivos: alegria (39%) e esperança (33%), percentuais que sobem para 50% e 36%, respectivamente, entre os habitantes do Norte e Centro-Oeste. Mas também há sentimentos negativos relacionados com a Copa neste momento: preocupação (15%), vergonha (14%) e desanimo (14%).

Patrocinadores
Em uma outra pesquisa, realizada pelo IBOPE Conecta, unidade de pesquisas online do IBOPE Inteligência, os internautas foram questionados a indicar os patrocinadores da seleção brasileira, da Fifa e da transmissão. Em geral, a associação é feita de forma correta. Das quatro marcas mais citadas espontaneamente, apenas uma não é patrocinadora oficial da seleção brasileira/CBF. São elas: Coca-Cola (que não é patrocinador da seleção) e Itaú (32%), Vivo (31%) e Nike (27%), patrocinadores oficiais da seleção.

Já a lembrança de patrocinadores da Copa do Mundo é feita de forma correta. As maiores menções são para Coca-Cola (37%), Adidas (20%) e Visa (16%). Todavia há 43% que não sabem responder essa questão e 16% e 14%, respectivamente, que citam equivocadamente Nike e Mastercard como patrocinadores do evento.

Quando questionados sobre os patrocinadores da transmissão, metade (52%) assume não saber. Entre as marcas citadas estão novamente Coca-Cola (29%), Itaú (15%), Vivo (13%) e Brahma (11%).

Jogos em casa
Quando a bola rolar, a maior parte dos internautas (73%) aponta que vai assistir aos jogos na própria casa ou na casa de amigos. Bares e restaurantes são uma opção para 10%, assistir na empresa onde trabalha é citado por 7% e eventos especiais de transmissão são uma opção para 5%.

E quando a Copa do Mundo acabar, 59% dos entrevistados pelo IBOPE Conecta acreditam que o Brasil terá conquistado o hexacampeonato. A atual campeã Alemanha é a aposta de 24%. As demais seleções aparecem em patamares bastante inferiores de menção, como Argentina (4%), Espanha (3%) e França (3%). Os russos, donos da casa, são citados por apenas 1% como possíveis campeões da Copa do Mundo de 2018.

Coleção
Febre nas últimas edições, o álbum de figurinhas da Copa ainda tem muito espaço para crescer entre os brasileiros. A pesquisa do IBOPE Conecta mostra que apenas 7% dos internautas estão colecionando essas figurinhas e que 10% ainda pretendem colecionar. Dentre eles, 72% pretendem trocar as figurinhas com amigos, 26% em shoppings, 19% em locais combinados pelas redes sociais e 17% em locais combinados em sites da internet.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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