WhatsApp se transforma numa das ferramentas mais eficazes para o aumento das vendas dos pequenos negócios

WhatsApp se transforma numa das ferramentas mais eficazes para o aumento das vendas dos pequenos negócios

O WhatsApp é hoje uma das melhores ferramentas para os pequenos empresários e prestadores de serviços que buscam o aumento das vendas, mas não têm dinheiro e nem estrutura para investir num comércio eletrônico. Eu conversei com alguns microempresários e especialistas em vendas sobre o uso do WhatsApp nos pequenos negócios, e a conclusão que eu cheguei é que o aplicativo realmente tem sido um bom instrumento de vendas.

Um corretor de plano de saúde me contou que o mercado está mudando, e as divulgações estão mais digitais do que nunca. Hoje, 100% de suas vendas passam pela ferramenta de mensagens instantâneas e com isso consegue otimizar o seu tempo. Por exemplo, enquanto um corretor mais convencional está no telefone com apenas um cliente, ele pode conversar com até dez pessoas pelo aplicativo.

O primeiro passo para quem quer vender via WhatsApp, é não misturar seu número pessoal com o profissional. Então é importante disponibilizar para o negócio um número exclusivo, com horários de atendimento regrados, foto de perfil, status e nome do contato com a identidade da empresa.

O segundo passo é alterar pelo menos três vezes na semana o Status. Neste sentido, o microempresário pode gravar vídeos de 30 segundos mostrando os diferenciais do seu produto ou serviço, pode postar um depoimento de um cliente satisfeito, ou colocar fotos dos produtos . Isso é interessante, pois a cada postagem realizada o número de visualizações vai aumentando e se ganhará credibilidade na percepção dos clientes.

O terceiro passo é provocar a resposta dos clientes, mandando um texto, proposta, ou mensagem que precisa de um retorno imediato e o ideal é terminar com um ponto de interrogação. O objetivo é fazer com que o cliente fique no compromisso de responder a mensagem o mais breve possível.

Outro passo importante é gravar áudios curtos com mensagens objetivas. É que 90% dos clientes têm perguntas e dúvidas após receberem uma mensagem pelo WhatsApp. Para responder, o microempresário deve ter um alguns áudios com respostas já prontas tirando as dúvidas dos clientes.

Por fim, o ideal é ter uma lista de transmissão personalizada. Dá para colocar no celular até 256 contatos para fazer a lista de transmissão para os clientes. Então deve-se segmentar esses clientes separando-os por ativos, inativos ou propostas pendentes. Para cada um desses públicos que foi segmentado, deve-se mandar um vídeo, áudio ou texto com dicas do produto ou como o serviço pode ser prestado. Também deve-se pedir para que os clientes coloquem o seu nome e telefone nos seus celulares para receberem as mensagens.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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