Pedir empréstimo consignado online é seguro?

Pedir empréstimo consignado online é seguro?

Mais do que nunca, as operações bancárias – como consultas de saldos, transferências e pagamentos via app – estão sendo realizadas por meio dos dispositivos móveis, como os smartphones e tablets. Essas ações se intensificaram nas últimas semanas e a solicitação de empréstimos consignados via plataforma online também apresentou aumento na procura, principalmente por idosos aposentados. 

A questão que envolve crédito consignado online é a segurança.  Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), cerca de 12 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes em 2019, por isso todo cuidado é pouco. Assédios e telemarketing também são frequentes. 

“O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo muito importante e útil para os aposentados e pensionista do INSS, principalmente neste período de crise. Se não tiverem acesso ao consignado, no momento de uma emergência com certeza recorrerão a ajudas financeiras com taxas de juros que podem ser até 7 vezes maiores. O nosso propósito é por meio da tecnologia dar a eles acesso facilitado e clareza ao buscar esta linha de crédito”, explica Patrícia Soares, CEO da Prestho, (www.prestho.com.br), fintech especializada em crédito consignado para terceira idade.  

Plataforma para idosos

A fintech criou uma plataforma 100% digital e toda pensada para o idoso, dando transparência ao processo de empréstimo consignado – do tamanho da letra utilizada a linguagem e forma de apresentar as informações. Por meio de um smartphone ou computador o cliente faz a simulação de crédito em qualquer dia ou horário e de uma forma segura, sem ser abordado.“Queremos dar a ele autonomia, para que possa continuar sua vida normal tendo a internet como aliada se precisar de dinheiro. Uma pessoa de 70 anos consegue navegar com tranquilidade na plataforma e entender toda as condições da operação simulada”, explica Patrícia. 

De acordo com Diego Andrade, CTO da Prestho, algumas dicas são importantes para quem precisa solicitar o serviço pela internet. Verificar se o site tem referências positivas é uma forma de se proteger contra golpes. Outro detalhe que o consumidor precisa se atentar é no código segurança, pois sites parecidos com os dos bancos podem confundir para pegar dados importantes.

Ainda segundo o especialista, nenhuma instituição financeira solicita uma quantia em dinheiro antes de realizar um empréstimo consignado. Esse ato é proibido por lei e se caracteriza como golpe. As parcelas são descontadas diretamente do contracheque ou benefício, não sendo necessário nenhum pagamento com depósitos, transferências ou pagamento de boletos.

“Sabemos da responsabilidade que temos com os nossos clientes e estamos solidários com a crise. Agora mais do que nunca queremos estar à disposição para atendê-los. Reforçamos nossos canais de comunicação e queremos levar informação de qualidade, segurança e orientações sobre possíveis golpes e fraudes que podem se intensificar ainda mais neste momento”, finaliza Diego.

A empresa também investe em educação financeira e oferece conteúdos em sua plataforma online e aplicativo para ajudar idosos a viverem com tranquilidade, sem passar por apertos financeiros.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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