Troco na nuvem rende dobro da poupança e ainda evita perda de moedas

Troco na nuvem rende dobro da poupança e ainda evita perda de moedas

De acordo com uma pesquisa sobre hábitos de consumo de serviços financeiros divulgada pela IDC em janeiro de 2019, seis em cada dez brasileiros de classes A, B e C já utilizam algum tipo de serviço de pagamento digital. Uma nova modalidade que vem ganhando força neste ano é o troco na nuvem, que traz vantagens para consumidores e varejistas, com solução é possível simplificar transações financeiras que envolvem dinheiro em espécie.

Segundo Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples (https://trocosimples.com.br/) – startup que transforma moeda comum em troco digital para facilitar a vida dos varejistas -, o troco na nuvem nada mais é que receber as moedas digitalmente no CPF. “Nosso papel é levar também aos consumidores acesso a alternativas que diminuem a dependência de carregar dinheiro e moedas em grande quantidade na mão”, afirma. 

Locatelli comenta que o troco na nuvem pode render 3,65% ao ano – o dobro do valor da poupança, por exemplo. “Ao final das compras em dinheiro, a entrega do troco é feita de forma segura diretamente no CPF do consumidor, sem a necessidade de realizar algum tipo de cadastro. O consumidor tem como primeira opção deixar o dinheiro render ou utilizar o saldo recebido no próprio estabelecimento ou outro conectado a rede Troco Simples”, explica. 

Vantagens

Pensando nisso, o diretor executivo da startup, separou 6 vantagens em utilizar o troco em nuvem: 

1. O troco digital pode ser recebido sem a necessidade de qualquer tipo cadastro, o consumidor precisa apenas informar o CPF. O valor do troco é debitado diretamente ao cliente que consegue conferir posteriormente o saldo através de um aplicativo;  

2. O saldo obtido pelo consumidor no CPF pode ser utilizado em qualquer outro estabelecimento vinculado à solução de troco digital; a Troco Simples já está presente em mais de 500 estabelecimentos espalhados pelo Brasil;

3. O consumidor pode escolher deixar o saldo acumulado no CPF rendendo. Muitas pessoas tem o costume de guardar as moedas em cofrinhos, mas na nuvem o dinheiro pode render 3,65% ao ano;

4. Outra grande vantagem é que com o troco em nuvem é uma alternativa segura, a possibilidade de perder cédulas e moedas são menores por não precisar carregá-las nos bolsos e carteiras. 

5. É possível usar o troco digital para crédito no celular, recarregar cartão transporte e até mesmo transferir o valor para contas bancárias. Outra opção é fazer doação para instituições sem fins lucrativos.  

6. Ao solicitar o troco no CPF, evita qualquer tipo de constrangimento nos varejos como a devolução em balinha ou o arredondamento do valor final das compras.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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